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sábado, 19 de março de 2011

Radioatividade no Japão

A tragédia no Japão colocou em discussão os riscos que a radiação pode gerar para as pessoas. Radiações são ondas eletromagnéticas ou partículas que se propagam com uma determinada velocidade, dependendo do tipo. Elas contêm energia, carga elétrica e magnética e podem ser geradas por fontes naturais ou por dispositivos construídos pelo homem.
O assunto virou preocupação, inicialmente para os japoneses, porque o terremoto de 8,9 graus na escala Richter, ocorrido na semana passada, causou explosões na usina nuclear japonesa, em Fukushima, e isso resultou em vazamentos radioativos.

Se uma pessoa for atingida por este vazamento, ela pode se contaminar, desenvolver doenças graves, como câncer, ter os órgãos comprometidos e até morrer. E o mais desesperador: não há tratamento para doses altas de radiação.

Obama no Brasil

Após passar em revista as tropas, Barack Obama subiu a rampa do Palácio do Planalto e foi recebido por Dilma Rousseff e pelo ministro de relações Exteriores, Antonio Patriota. A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, já aguardava o presidente norte-americano ao lado de Dilma. O casal será levado pela presidente para visitar a exposição “Mulheres artistas e brasileiras”, com 80 obras do século 20 de 49 artistas mulheres do Brasil. Depois, Dilma apresenta Obama à delegação de ministros e autoridades brasileiras. Em seguida, os dois presidentes têm uma reunião privada e outra ampliada. O encontro no Planalto termina com uma declaração conjunta à imprensa, no salão Leste do palácio.
(Foto: Globo News/Reprodução)

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Missa, carreata e procissão marcam homenagens a São José

Programação acontece neste sábado, a partir das 07h30, na Nova Catedral

Com o tema “Com São José queremos viver o sonho de Deus”, a Diocese de Macapá promove neste sábado, a partir das 7h30, uma missa solene na Catedral para comemorar o Dia de São José, 19 de março. Logo em seguida acontece carreata com percurso passando em frente às quatro primeiras e principais igrejas da capital. A missa será celebrada pelo Bispo Dom Pedro José Conti.

A carreata está prevista para iniciar às 8h30, com saída em frente à Catedral de São José de Macapá, na Rua General Rondon, Centro. De lá, segue itinerário passando em frente às Igrejas São Benedito (Laguinho), Jesus de Nazaré (bairro Jesus de Nazaré), Nossa Senhora de Fátima (Santa Rita) e Nossa Senhora da Conceição (Trem). A carreta levando a imagem do padroeiro São José segue até a Fortaleza de São José de Macapá.

“Vai ser uma grande carreata. Não será possível passar em frente a todas as igrejas, mas ficou decidido que, em homenagem às demais, o itinerário passaria pelas quatro maiores de Macapá, afirma José Figueiredo, da coordenação de Procissões, Carreatas e Peregrinações da Diocese de Macapá.

Pela parte da tarde haverá uma procissão, com saída as 17h, da Catedral de São José até a Igreja Matriz, em frente à praça Veiga Cabral.

A programação em homenagem a São José começou no dia 06 de março, com celebração dos 250 anos da Igreja de São José de Macapá e procissão. A peregrinação com a imagem do Santo percorreu instituições públicas, como é o caso do Palácio do Setentrião e Tribunal de Justiça do Amapá; paróquias; escolas; órgãos de comunicação; faculdades e alguns municípios: Santana, Calçoene, Amapá, Tartarugalzinho, Ferreira Gomes e Porto Grande.

Na mensagem escrita por Dom Pedro José Conti e postada na programação dedicada a São José, o padroeiro é descrito da seguinte forma “São José entendeu e acolheu o sonho de Deus. Não enriqueceu a si mesmo, fez que toda a humanidade ficasse mais rica com a presença do Filho amado e enviado pelo Pai. Este Filho também dará a sua vida para a salvação de todos”, afirma o bispo.

Sete comemora dia do padroeiro dos artesãos, São José

Corte do bolo será realizado pela vice-governadora Doralice Nascimento. Para finalizar a festa terá apresentação de artistas locais

A Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete) comemora neste sábado, 19, o dia do padroeiro dos artesãos e da capital Macapá, São José. A programação em comemoração a data iniciou na quarta-feira, 16, com diversas palestras realizadas na Casa do Artesão, com temas direcionados ao empreendedor.

O professor especialista do Sest/Senat, Márcio José Souto, ministrou, no primeiro dia da programação, a palestra “Empreender e Valorizar o Trabalho do Artesão”, que repassou aos profissionais a arte de construir as peças com autoestima e desenvolver características e habilidades indispensáveis para o perfil necessário de um empreendedor de sucesso. Cerca de 60 profissionais da área participaram.

Neste sábado, dia de São José, a Sete encerra sua programação com o corte do bolo, na Praça Veiga Cabral, após a celebração da santa missa, presidida pelo bispo Dom Pedro José Conti. O corte será realizado pela vice-governadora Doralice Nascimento. Para finalizar a festa terá apresentação de artistas locais.

Deputado Balieiro lança página na internet

O deputado estadual Balieiro (PSB) acaba de lançar página na internet com objetivo de divulgar as ações parlamentares e assim abrir um canal direito de comunicação com a população amapaense.



“A minha intenção é focar a transparência das minhas atividades parlamentares, em respeito ao mandato que recebi do povo. A população precisa saber e acompanhar as ações do deputado, suas áreas de atuação, requerimentos e projetos de lei em prol do cidadão” disse Balieiro. www.soldadobalieiro.com.

Empreendedores de Tartarugalzinho recebem Caravana Sebrae Itinerante

A comunidade do município vai aprender a ganhar dinheiro na Páscoa com produtos criados na Oficina de Chocolate, que pela primeira vez será aplicada na ação

Denyse Quintas


No período de 23 a 25 de março, o Sebrae, por meio da Caravana Itinerante, se instala no município de Tartarugalzinho, com capacitações que ocorrem nos turnos manhã, tarde e noite, no Telecentro Ação Social. A novidade nesta edição, surgiu da parceria entre Sebrae e Casa do Sorveteiro, a Oficina de Chocolate – Como ganhar dinheiro na Páscoa.

Segundo a gestora de projetos do Sebrae, Cynthia Pereira, a Instituição firmou parceria com a empresa Casa do Sorveteiro, por meio dos Projetos Panificação Competitiva e Interiorização do Atendimento no Amapá (Caravana Sebrae Itinerante). “A iniciativa agrega atividades empreendedoras que fomenta a economia local”, disse a gestora Cynthia.

A Oficina de Chocolate – Como ganhar dinheiro na Páscoa, terá como instrutor um profissional da Casa do Sorveteiro que disponibilizará, gratuitamente, o material de produção (chocolate, embalagens, formas, entre outros); e o Sebrae custea as demais despesas do parceiro, entre elas, hospedagem, alimentação e transporte

A proposta das ações itinerantes é capacitar a comunidade para o empreendedorismo com atividades que garantem o aumento na renda familiar, e conseqüentemente, o aquecimento da economia local, “o empreendedor atento às discas e orientações dos consultores e instrutores, bem como a importância da na busca de conhecimento no mercado e a qualificação técnica, estará preparado para competir no mercado”, finaliza Cynthia Pereira.

Concurso Miss Amapá será dia 27 de abril

Tudo sendo preparado para o grande dia em que conheceremos a Miss Amapá 2011.

O evento está marcado para o dia 27 de abril às 21h no Teatro das Bacabeiras. Está confirmada a presença da Miss Brasil Débora Lira. O evento será transmitido ao vivo pela TV Tucuju e terá cobertura simultânea pelo twitter, facebook e blogs.

Enyellen Salles, coordenadora do evento no Estado, afirma que o Concurso  Miss Brasil  tem por objetivo valorizar a cultura e a história  do povo brasileiro por meio da beleza feminina, numa trajetória incontestável de reconhecimento da opinião pública, imprensa e patrocinadores dos mais variados segmentos.

As inscrições para o concurso estão abertas desde 8 de fevereiro. Mais informações podem ser obtidas pelos números: (96)  8134-5424   (96) 9138-9776

sexta-feira, 18 de março de 2011

Livro 'A origem do Sistema Penitenciário do Amapá' será lançado hoje

O Amapá será o segundo Estado da região Norte a publicar a origem histórica de seu sistema penitenciário, depois do Amazonas. Desde suas origens (década de 1940) que a identidade do Sistema Prisional local não foi revelada ou escrita. Com a publicação do livro ‘A origem do Sistema Penitenciário do Amapá: aspectos históricos e sociológicos, o sistema penitenciário do Amapá terá sua própria identidade.


O lançamento da obra ocorre hoje (19), às 19h, no Centro de Convenção João Batista de Azevedo Picanço, na avenida FAB, com noite de autógrafo, participação de autoridades convidadas do Judiciário, demais poderes e aberto ao público. A divulgação do evento de lançamento do livro conta com o apoio cultural da Eletrobras Eletronorte Amapá.


A ideia de escrever o livro é mostrar para a sociedade o que realmente é o Sistema Prisional do Estado do Amapá e como vem sendo tratado desde sua origem. O livro auxiliará os leitores e críticos a entenderem que, ao longo da história, o Sistema Penitenciário tem servido de esconderijo e depósito de pessoas presas sem, contudo, justificar sua prática pelo principio da Lei de Execução Penal de 1984.


“A origem do sistema penitenciário do Amapá: aspectos históricos e sociológicos” foi escrito após oito anos de pesquisas científicas sobre o Sistema Prisional local. Portanto, é um livro científico que chegará às mãos dos leitores como referência e primeira identidade sobre nosso Sistema Prisional. Será pioneiro e, brevemente, seqüencial, na área da prisão em nosso Estado e, servirá, dentre outras coisas, para tomadas de decisões, a quem interessar, sobre os rumos da prisão. Esta é a primeira obra de uma trilogia resultante da pesquisa inédita sobre o Sistema Penitenciário do Amapá.


Da autoria
O autor é Emerson Barbosa de Barbosa, amapaense, sociólogo, acadêmico de direito, professor de sociologia, especialista em segurança pública pelo Ministério da Justiça, agente penitenciário e pesquisador do sistema penal amapaense há mais de oito anos. A apresentação do livro foi escrita pelo Dr. João Guilherme Lages Mendes, Juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Macapá e Professor da UNIFAP. O Prefácio ficou a cargo do historiador Marcelus Buraslan.


Público alvo

Alunos de graduação e pós-graduação, advogado, defensor, promotor, procurador, juiz, desembargador, repórter, jornalista, policial, professor, crítico,e todos os cidadãos que demonstrem interesse pelo tema.

Equinócio das Águas prossegue no Monumento Marco Zero

Fenômeno acontece no sábado, 20, às 20h20, de acordo com horário de Greenwich

A Secretaria de Estado de Turismo (Setur) inicia nesta sexta-feira, 18, a segunda etapa da programação do Equinócio das Águas - Ano Internacional das Florestas. O evento começou no dia 14 de março, no Monumento Marco Zero do Equador, com o projeto “A Escola vai ao Meio do Mundo”. O objetivo é promover atividades recreativas e educativas aos estudantes das escolas públicas dos municípios de Macapá e Santana.


A realização do Equinócio das Águas é uma estratégia da Setur para consolidar o turismo como ferramenta de inclusão social, instrumento de desenvolvimento econômico, através da celebração do Fenômeno do Equinócio, como atrativo turístico natural, estimulando a participação da população e do trade turístico. Nos dias 18, 19 e 20 acontece a segunda etapa do evento com uma vasta programação, que contempla visitação aberta ao público, noite gastronômica, programação Artística e cultural, e jogo das frutas (homenagem ao padroeiro de Macapá, São José).


“Macapá é a única capital do Brasil em que ocorre o Fenômeno do Equinócio. Somos privilegiados, pois durante o evento, o visitante poderá vivenciar a sensação de estar ao mesmo tempo em dois hemisférios, ou seja, no Meio do Mundo”, justifica a secretária de Estado de Turismo, Helena Colares.


A programação musical ficará por conta da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), que escolheu músicos e bandas de vários seguimentos como forma de deixar as atrações mais ecléticas e, assim, atrair um público maior para o evento. “No Equinócio teremos artistas da terra que trabalham com os mais diferentes estilos musicais. Vamos desde os ritmos locais, como o marabaixo e Música Popular Amapaense (MPA), passando pelo forró, reggae, chorinho e pop rock”, disse o gerente do Núcleo de Ação Cultural da Secult, João Batera.


Helena Colares destacou também, que a expectativa é de 5 mil pessoas, entre turistas e amapaenses, participem das ações em celebração do fenômeno.


A celebração do Fenômeno do Equinócio acontece no sábado, 20, às 20h20, de acordo com horário de Greenwich. O equinócio acontece quando o sol, visto da Terra, se desloca sobre a Linha do Equador, nascendo a Leste e se pondo a Oeste. Essa passagem de um hemisfério a outro determina o início das estações primavera e outono, conforme o hemisfério. Durante o fenômeno, o dia e a noite têm a mesma duração.

Marabaixo do Laguinho: Grupo Raimundo Ladislau começa a organizar o Ciclo do Marabaixo

A Associação Cultural Raimundo Ladislau é a primeira do Amapá a tomar iniciativa para garantir a independência dos grupos folclóricos no Ciclo do Marabaixo deste ano. Neste sábado, 19, eles promovem uma festa com sorteio de prêmios e apresentação do grupo do bairro Laguinho. Danniela Ramos, presidente, diz que a decisão de fazer a promoção é para que a festa do Ciclo continue dentro do padrão de qualidade, que é marca da Associação, sem depender integralmente do Governo do Estado, e ainda para inserir a promoção no calendário de homenagem ao padroeiro de Macapá.

Eles escolheram o sábado por ser o dia de São José e os moradores poderão contribuir e contar com mais uma opção cultural e de lazer na cidade. A programação inicia às 12:00 com sorteio de prêmios variados e som mecânico. A partir das 17:00 começa a parte cultural com apresentação do grupo Raimundo Ladislau, que reúne mais de 100 integrantes entre crianças, jovens, adultos e idosos. O grupo segue  a tradição e dança a maior identidade cultural do povo amapaense com a participação de todos os presentes. “Esta festa não é só para angariar recursos, iremos homenagear nosso padroeiro”, disse Danniela. 

Ciclo do Marabaixo- A festa anual inicia na Semana Santa e encerra no dia de Corpus Christi com as homenagens à Santíssima Trindade e Divino Espírito Santo. Eles são festejados por quatro grupos familiares tradicionais em dois bairros de Macapá e um na localidade de Campina Grande. Com o passar dos anos, a festa deixou de ser feita inteiramente pelas famílias que patrocinavam a festa em pagamento a uma promessa e começou a receber recursos do Governo do Estado.

Hoje a tradição continua com a derrubada dos mastros nas matas do Quilombo do Curiaú, levantamento deles com rodadas de marabaixo até o amanhecer regado a caldo e gengibirra, missa, novenas, bailes dançantes e a derrubada dos mastros. Mas a partir deste ano a proposta do governo é que o Estado dê apoio sem que os grupos dependam unicamente desse recurso.

A festa continua-“Continuaremos a investir na cultura, sem dúvida, mas não podemos arcar com todas as despesas. Hoje o marabaixo tem respaldo para manter a tradição durante o ano inteiro, fazer apresentações fora do Ciclo e do Encontro dos Tambores e se transformar em atrativo turístico. Estamos abertos, tanto quanto o Governo Federal e empresas, para  contribuir com projetos que promovam cultura e gerem renda o ano todo. A Danniela e seu grupo merecem da população todo o respeito pela iniciativa”, disse o secretário de Cultura, Zé Miguel.                

“Desde que foi criado sempre procuramos fazer promoções para garantir  roupas bonitas, coloridas, que tornem o marabaixo uma atração turística, sem perder nossa identidade. Agora, conscientes de que o Estado passa por dificuldades, vamos fazer mais promoções e com certeza neste Ciclo teremos o mesmo brilho. Continuaremos a tradição de oferecer caldo e gengibirra, mostrando o verdadeiro marabaixo feito pelo povo. Não dá pra dizer que o Ciclo não foi bonito por culpa do Governo, temos que resgatar a tradição das famílias, amigos e vizinhos fazerem a festa”, disse Danniela.   

Mulheres amapaenses são homenageadas em sessão solene na Assembléia Legislativa

Em sessão solene na manhã desta quinta-feira, 17, a Assembléia Legislativa homenageou as mulheres amapaenses pela passagem do Dia Internacional da Mulher, comemorada no último dia 8 de março. A procuradora-geral de Justiça, Ivana Lúcia Franco Cei, representou o Ministério Público do Estado do Amapá e foi homenageada pela deputada estadual Mira Rocha.


Presidida pela deputada Roseli Matos, a mesa da Casa de Leis foi composta pela procuradora-geral do MP-AP e demais parlamentares mulheres. Na ocasião, a Lei Maria da Penha foi discutida pelos presentes. Segundo Roseli Matos, “o debate é importante para fazer uma análise dos avanços no decorrer desses cinco anos de existência da lei Maria da Penha, e também as dificuldades que ainda há para efetivá-la na prática”.

Durante a solenidade, a promotora de Justiça Alessandra Moro de Carvalho ministrou palestra sobre o tema ‘Os avanços da Lei Maria da Penha’. “A Lei nº 11.340, mais conhecida como Lei Maria da Penha, prevê pena para casos de violência contra a mulher e, desde sua entrada em vigor, o agressor pode ser preso em flagrante ou preventivamente, bem como ficar detido por até três anos”, ressaltou a promotora.
Em seu discurso, a procuradora-geral de Justiça Ivana Cei, falou sobre a importância das mulheres lutarem por seus objetivos. “É fundamental irmos à luta, vencermos as barreiras do preconceito social, político e econômico em causa própria, mas, acima de tudo, pela causa do nosso povo”, ressaltou Ivana Cei.


Homenageadas

Adelma Neves Nunes Barros Mendes, Adriana Socorro Ávila Ramos, Alcinéa Cavalcante, Aldenora Portilho dos Santos, Antônia Francisca da Silva Nery, Inácia Brito da Silva, Irmã Arituza dos Santos Botaro, Ivana Lúcia Franco Cei, Janete Capiberibe, Lourdes Bernadeth Ferreira Rebelo, Maria Vitória da Costa Chagas, Naiara Santos de Souza, Raquel Capiberibe e Sandra Maria de Matos Cardoso.

quinta-feira, 17 de março de 2011

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Teatro das Bacabeiras completa 21 anos

Programação acontece nos dias 21, 24 e 25 de março e contará com o apoio de artistas plásticos, músicos e atores

O aniversário de 21 anos do Teatro das Bacabeiras ocorreu no dia 09 de março, mas a programação em comemoração ao seu aniversário será estendida até o próximo dia 25. Durante os três dias de evento, o público terá acesso a espetáculos de música, teatro e dança, exibição de material audiovisual e visitas monitoradas as instalações do prédio.

Para o diretor do Teatro das Bacabeiras, Aroldo Pedrosa, os preparativos para a comemoração começaram bem antes do mês de aniversário do Teatro. “O hall de entrada recebeu manutenção com substituição de lâmpadas que estavam queimadas e reparos na porta hidráulica de entre outros pequenos ajustes”, diz.

Aroldo Pedrosa ressalta que a programação é ampla e abrangente, para atingir todos os públicos e idades. “Dividimos a programação em dois momentos, o primeiro dia será inteiramente voltado ao público infantil e os demais focados no público jovem e adulto”, comentou.

O diretor enfatizou que um dos grandes parceiros da programação de comemoração do aniversário de 21 anos do Teatro é a classe artística amapaense. “Esse ano, contamos com a solidariedade da classe artística e cultural do Amapá, pois nenhum deles cobrou pelas apresentações que serão realizadas”.

A abertura da programação acontece na segunda feira, 21, e será marcada por um café matinal amazônico, que será servido as 8h, no hall de entrada do Teatro. Posteriormente, as 9h30 inicia a programação voltada ao público infantil. Nela, alunos da rede pública e privada de ensino conhecerão as instalações do Teatro, seus projetos e atividades e participarão de oficinas de pinturas e apresentações. No intervalo de cada atividade serão disponibilizadas 20 pipas para serem soltas na área externa do Bacabeiras. Essa programação se estenderá por todo o dia.

As atividades da quinta-feira, 24, iniciarão às 16h, na escadaria do Teatro e contará com várias atrações dos segmentos da música, dança, teatro, cinema, circo, Hip Hop, artes visuais. O artista plástico Herivelton Maciel pintará, em tela, o Teatro das Bacabeiras, usando as escadarias como atelier, todo esse processo terá apoio dos grafiteiros do movimento Hip Hop. Após a produção das telas, elas serão expostas no hall do Teatro. Na ocasião, o movimento cultural Coletivo Palafita trará três bandas que se apresentarão, assim como grupos de danças de outras entidades também.

Na sexta-feira, 26,o público vai ter acesso a espetáculos que vão desde a música clássica erudita à MPB, passando pelo marabaixo e batuque, rock e reggae. Ao final das apresentações, a bateria da Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesa) sobe ao palco do Bacabeiras para realizar sua apresentação.

Governo estadual ampliará serviço de extensão rural

Com recursos de R$ 31,4 milhões disponíveis na conta do Estado, o governo federal disponibiliza apoio ao governo estadual através do Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para investimentos em programas de capacitação, cursos profissionalizantes e desenvolvimento de atividade curricular das escolas família agrícola, etc.

O Fundeb atende toda a educação básica, da creche ao ensino médio. A estratégia é distribuir os recursos pelo país para promover o desenvolvimento econômico e social das regiões brasileiras.

Para o secretário do Desenvolvimento Rural (SDR), José Roberto Afonso Pantoja, o conceito prático da necessidade de ampliação e melhoria do serviço de extensão rural deve passar pela estreita integração e parceria do governo estadual com a prefeitura de cada município, cooperativas, sindicatos, associações e lideranças locais. Disse que a contratação e distribuição de 150 técnicos extensionistas somente reforçará as atividades técnicas do Instituto do Desenvolvimento Rural (Rurap) nas regiões produtivas do Estado, algumas por certo tempo carentes do braço de apoio desse tipo de serviço.

“O grande problema na oscilação da atividade de extensão rural foram os contratos administrativos. Eles expiraram e não houve a contratação de novos técnicos, através de concurso público. Com relação a transporte para escoamento da produção estamos fazendo levantamento para verificar a real necessidade de cada comunidade,” esclareceu o secretário da SDR.

O governador Camilo Capiberibe, que recentemente manteve encontro com produtores no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, dia 14, mostrou sua preocupação tanto com a questão de transporte como com o escoamento da produção, sugerindo o aluguel de ônibus para transporte dos produtores.

Para o governador, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do governo federal, é uma ferramenta importante para a qualidade de vida das comunidades agrícolas, uma vez que o governo estadual faz a compra da produção dessas comunidades e depois repassa esse patrimônio natural alimentar a escolas, abrigos, creches, asilos, etc. A entrega desses alimentos, sob fiscalização do GEA, deve ser feita por associações, entidades de classe e cooperativas com reconhecida capacidade de serviços filantrópicos.

O PAA passa por um processo de avaliação de resultados e de prioridades. A idéia da área técnica da SDR é dar uma nova roupagem ao programa após averiguar resultados alcançados e estabelecer necessidades reais de cada comunidade, seguindo a linha do planejamento participativo, idealizada no governo de Camilo Capiberibe.

Dia da mulher é comemorado na CEA

As servidoras serão homenageadas na programação comemorativa ao Dia Internacional da Mulher, ocorrido no dia 8 de março, que a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) realiza no final desta semana. O governador Camilo Capiberibe e a primeira dama do Estado, Claudia Camargo Capiberibe, são os convidados especiais para a abertura do evento, às 8h, desta quinta-feira, 17, no auditório da Companhia, pelo presidente José Ramalho, o diretor administrativo financeiro, Azolfo Gemaque, e o diretor técnico, Jucicleber Castro.

Estão programadas diversas atividades para dois dias de evento, 17 e 18, com a realização de ginástica laboral, exibição de vídeos, palestras educativas e serviços de saúde e beleza. Na tarde de sexta-feira, 18, será feito o encerramento com uma programação surpresa para as servidoras.

Parcerias com instituições federais e estaduais e com a iniciativa privada foram feitas para realizar o evento sem ônus para a CEA. Com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), através do Centro de Referência em Tratamento Natural (CRTN) para realização de sessões de massoterapia, acumputura e outros serviços.

A equipe do Serviço Social da Indústria (SESI/AP) vai colaborar com a realização de ginástica laboral. A Delegacia Regional do Ministério do Trabalho (DRT/AP) promove a palestra com o tema “Assédio Moral e Sexual no Trabalho”, com distribuição de cartilhas relacionadas ao assunto. Os serviços de embelezamento como maquiagem e limpeza de pele serão proporcionados por consultoras da Natura e Herbalife, respectivamente, a título de promoção.

Para o encerramento surpresa colaboraram a Top Internacional, diretores e chefes de seções. A organização do evento foi feita pelas servidoras Lucinete Tavares (Ouvidoria), Rosinete Pacheco (Assessoria de Comunicação), Nubia Leite (Assessoria de Gestão da Qualidade), Lyana Tavares (Assessoria da Diretoria Administrativa Financeira) e Ronaldo Amanajás (Divisão de Recursos Humanos).

quarta-feira, 16 de março de 2011

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Estado do Amapá avança na implantação do Siagras

No próximo dia 22 de março, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) estará assinando o Termo de Cooperação Técnica com a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), para a implantação do Sistema de Informações Sobre Águas Subterrâneas (Siagas). A assinatura do documento ocorrerá no Auditório da Sema, durante a Semana Nacional das Águas.

O vento contará com a presença do governador do Amapá, Camilo Capiberibe, do representante da Agência Nacional de Águas (ANA) e de demais autoridades do setor econômico. Na oportunidade, serão apresentados com mais detalhes os Projetos e Ações da CPRM voltados ao monitoramento e estudos aplicados em recursos hídricos e a extensão da parceria com outras instituições do setor econômico.

De acordo com o secretário de Estado do Meio Ambiente, Paulo Figueira, o Acordo de Cooperação Técnica da CPRM com o Amapá, é mais um instrumento que vai fortalecer a Política Estadual de Recursos Hídricos, implantada pelo governador Camilo Capiberibe, sobretudo no atendimento às crescentes demandas de concessão da outorga de direito de uso das águas subterrâneas ou autorização para perfuração de poços.

O secretário adianta que o termo não se resume apenas à disponibilização dos Sistemas SIAGAS e Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas (Rimas), mas inclui treinamento e capacitação dos técnicos da Sema, Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Estado do Amapá (Imap), Secretária de Estado da Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), Instituto de Pesquisas Cientificas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) e dos municípios nas rotinas do sistema e alimentação, em estudo de alerta contra eventos extremos no rio Jarí, e definição de fluxo de informações.

“Estaremos atendendo o que preconiza a Lei Federal n.º 9.433/97 (Lei das Águas), a Constituição Federal do Brasil de 1988, que atribui aos Estados a dominialidade sobre as águas subterrâneas”, explicou Figueira.

Sobre a CPRM

A Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) é uma empresa do governo federal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), com atribuições do Serviço Geológico do Brasil, cuja missão institucional é gerar e difundir conhecimento geológico e hidrológico básico, para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

Por ter como missão a geração de informações sobre as variáveis hidrológicas (estuda a ocorrência, distribuição e movimentação da água no planeta), hoje a CPRM opera e administra, junto com a Agência Nacional de Águas (ANA), uma Rede Hidrometeorológica, em âmbito nacional, cujo objetivo é o levantamento de dados fluviométricos, pluviométricos, evaporimétricos, sedimentométricos e de qualidade da água, que possibilitem o conhecimento das características quali-quantitativas dos rios e dos índices pluviométricos, com suas distribuições no espaço e no tempo. Essa Rede possui 4.649 postos ou estações de monitoramento instalado no Brasil.

A CPRM, também desenvolve o Sistema de Informações sobre Águas Subterrâneas (Siagas), cuja finalidade é dar subsídios à gestão adequada da informação hidrogeológica e a sua integração com outros sistemas, através de uma base nacional compartilhada para armazenagem, manuseio, intercâmbio e difusão de informações sobre águas subterrâneas.

Além disso, a Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas (Rimas), que tem como objetivo ampliar a base de conhecimento hidrogeológico dos aquíferos (formação geológica que pode armazenar água subterrânea) brasileiros e acompanhar as alterações espaciais e temporais na qualidade e quantidade das águas subterrâneas para fins de gestão integrada de recursos hídricos é outro ponto de atuação da CPRM.

Em linhas gerais, a companhia desenvolve ações que possibilitam ampliar o conhecimento sobre os recursos hídricos disponíveis no País, permitindo o planejamento dos gestores federais, estaduais e municipais de forma integrada e compartilhada, com vista na qualidade de vida da população brasileira.

Governador e Sarney discutem o futuro do Amapá

No próximo dia 22 de março, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) estará assinando o Termo de Cooperação Técnica com a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), para a implantação do Sistema de Informações Sobre Águas Subterrâneas (Siagas). A assinatura do documento ocorrerá no Auditório da Sema, durante a Semana Nacional das Águas.

O vento contará com a presença do governador do Amapá, Camilo Capiberibe, do representante da Agência Nacional de Águas (ANA) e de demais autoridades do setor econômico. Na oportunidade, serão apresentados com mais detalhes os Projetos e Ações da CPRM voltados ao monitoramento e estudos aplicados em recursos hídricos e a extensão da parceria com outras instituições do setor econômico.

De acordo com o secretário de Estado do Meio Ambiente, Paulo Figueira, o Acordo de Cooperação Técnica da CPRM com o Amapá, é mais um instrumento que vai fortalecer a Política Estadual de Recursos Hídricos, implantada pelo governador Camilo Capiberibe, sobretudo no atendimento às crescentes demandas de concessão da outorga de direito de uso das águas subterrâneas ou autorização para perfuração de poços.

O secretário adianta que o termo não se resume apenas à disponibilização dos Sistemas SIAGAS e Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas (Rimas), mas inclui treinamento e capacitação dos técnicos da Sema, Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Estado do Amapá (Imap), Secretária de Estado da Indústria, Comércio e Mineração (Seicom), Instituto de Pesquisas Cientificas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) e dos municípios nas rotinas do sistema e alimentação, em estudo de alerta contra eventos extremos no rio Jarí, e definição de fluxo de informações.

“Estaremos atendendo o que preconiza a Lei Federal n.º 9.433/97 (Lei das Águas), a Constituição Federal do Brasil de 1988, que atribui aos Estados a dominialidade sobre as águas subterrâneas”, explicou Figueira.

Sobre a CPRM

A Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) é uma empresa do governo federal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), com atribuições do Serviço Geológico do Brasil, cuja missão institucional é gerar e difundir conhecimento geológico e hidrológico básico, para o desenvolvimento sustentável do Brasil.

Por ter como missão a geração de informações sobre as variáveis hidrológicas (estuda a ocorrência, distribuição e movimentação da água no planeta), hoje a CPRM opera e administra, junto com a Agência Nacional de Águas (ANA), uma Rede Hidrometeorológica, em âmbito nacional, cujo objetivo é o levantamento de dados fluviométricos, pluviométricos, evaporimétricos, sedimentométricos e de qualidade da água, que possibilitem o conhecimento das características quali-quantitativas dos rios e dos índices pluviométricos, com suas distribuições no espaço e no tempo. Essa Rede possui 4.649 postos ou estações de monitoramento instalado no Brasil.

A CPRM, também desenvolve o Sistema de Informações sobre Águas Subterrâneas (Siagas), cuja finalidade é dar subsídios à gestão adequada da informação hidrogeológica e a sua integração com outros sistemas, através de uma base nacional compartilhada para armazenagem, manuseio, intercâmbio e difusão de informações sobre águas subterrâneas.

Além disso, a Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas (Rimas), que tem como objetivo ampliar a base de conhecimento hidrogeológico dos aquíferos (formação geológica que pode armazenar água subterrânea) brasileiros e acompanhar as alterações espaciais e temporais na qualidade e quantidade das águas subterrâneas para fins de gestão integrada de recursos hídricos é outro ponto de atuação da CPRM.

Em linhas gerais, a companhia desenvolve ações que possibilitam ampliar o conhecimento sobre os recursos hídricos disponíveis no País, permitindo o planejamento dos gestores federais, estaduais e municipais de forma integrada e compartilhada, com vista na qualidade de vida da população brasileira.

terça-feira, 15 de março de 2011

Pontos Turísticos

   
    Museu Sacaca, Macapá - Amapá


   Casa do Artesão, Macapá - Amapá

    Fortaleza de São José de Macapá - Amapá

Museu Joaquim Caetano, Macapá - Amapá

Artistas amapaenses participam de exposições de artes

Evento tem o intuito de homenagear a força feminina na produção artística no Estado

O Centro de Artes Cândido Portinari participará, no período de 14 de março a 8 de abril, da exposição coletiva de artistas atuantes do Grupo Juçara do Estado do Amapá. A abertura acontecerá nesta segunda-feira, 14, a partir das 20h, na Galeria Antônio Munhoz, no Sesc Araxá. O evento tem o intuito de homenagear a força feminina na produção artística no Estado.

Participarão da exposição as artistas plásticas amapaenses, Ghazia Brito, Rosiane Olívia, Irê Peixe, Jonáta Lacerda e Carla Marinho. Para a diretora do Cândido Portinari, Caroline Oliveira, esse momento é importante para professores e alunos da escola mostrarem seus conhecimentos e aprendizados através de suas obras.

“É uma oportunidade das nossas artistas apresentarem seus trabalhos para a população amapaense”, afirma a diretora. O grupo Juçara surgiu no ano de 2006, com a proposta da exposição “Caminhos”, composto por mulheres artistas amapaenses preocupadas em fomentar a cultural no Estado.

Uma das características da formação do grupo é de permitir a livre participação de artistas em quaisquer modalidades das Artes Plásticas. O significado do nome do grupo parte da associação de uma semiologia ligada à palmeira típica da região norte, o açaí, que também é denominada como juçara.

O grupo tem como característica, em sua formação, a participação de artistas mulheres que, dentro de expressividades diversificadas, discutem questões estéticas, sociais, políticas e culturais.

Fabíola Gomes
Assessora de Comunicação

Procon comemora Dia Mundial do Consumidor

Programação alusiva para celebrar a data acontecerá até o dia 18, com o objetivo de conciliar a relação entre consumidor e fornecedor

O Instituto de Defesa do Consumidor do Amapá (Procon/ AP) realiza nesta terça-feira, 15, um café da manhã em comemoração ao Dia Internacional dos Direitos do Consumidor. A programação alusiva para comemorar a data acontecerá até o dia 18, com o objetivo de conciliar e harmonizar a relação entre consumidor e fornecedor.

Segundo a diretora do Procon/AP, Maria Nilza Amaral, atualmente, o Instituto consegue resolver cerca de 70% das reclamações no primeiro contato com o consumidor. “Nossa equipe está treinada para atender com qualidade os consumidores que buscarem através do Procon seus direitos”, diz Nilza.

Histórico do Dia Mundial do Consumidor
O Dia Mundial dos Direitos do Consumidor foi comemorado, pela primeira vez, em 15 de março de 1983. A data foi escolhida em razão do famoso discurso feito em 15 de março de 1962, pelo então presidente dos EUA, John Kennedy. Em seu discurso, Kennedy salientou que todo consumidor tem direito, essencialmente, à segurança, à informação, à escolha e de ser ouvido. Isto provocou debates em vários países e estudos sobre a matéria, sendo, por isso, considerado um marco na defesa dos direitos dos consumidores.

Cristiane Mareco
Assessora de Comunicação

Aula inaugural marca início do Projeto Formando Novos Talentos

Ana Barbosa

O Sebrae Amapá, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Associação dos Panificadores de Macapá e Santana (Aspams), promovem nesta terça-feira, 15, a aula inaugural do Projeto de Capacitação em Panificação e Confeitaria – Formando Novos Talentos. O evento marca a primeira ação desse projeto no Estado e acontece no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amapá (FIEAP), às 16h.

O projeto foi elaborado pelo Sebrae em conjunto com a Aspams e o Senai, com o objetivo de formar e qualificar novos profissionais para atuarem como padeiros e confeiteiros das panificadoras amapaenses. Segundo a gestora do Projeto Panificação Competitiva do Amapá, Nelma Pires, “essas capacitações visam reduzir o déficit de profissionais qualificados no mercado local e ainda o índice de desemprego de jovens na faixa etária entre 16 a 25 anos, público-alvo do projeto”, afirma.

Participam da aula inaugural representantes do Sebrae, Aspams, Senai, Armazém Brasil, Trigo Mirella, Santa Maria Distribuidora, Comércio e Representação Ltda, Vitapalma, Casa do Sorveteiro e Comercial Norte, além dos alunos integrantes do projeto.

Serviço:
Sebrae no Amapá:
Unidade de Marketing e Comunicação: (96) 3312-2832
Call Center: 0800 570 0800
Agência de Notícias: www.ap.agenciasebrae.com.br

segunda-feira, 14 de março de 2011

Governo organiza ação conjunta contra a dengue

Total do recurso investido pela Sesa nesta ação de combate a dengue é de aproximadamente R$ 100 mil

O governador Camilo Capiberibe reuniu-se, nesta sexta-feira, 11, no Palácio do Setentrião, com os prefeitos de Macapá, Roberto Góes e de Santana, Antônio Nogueira. O objetivo do encontro foi formalizar a Ação Conjunta Emergencial, que consiste em uma parceria do Estado para o enfrentamento à dengue nos dois municípios.

Somente em 2011, foram notificados 619 casos da doença em Macapá e 482 em Santana. A iniciativa foi formulada há cerca de um mês pelo poder público estadual e secretarias de saúde das prefeituras das duas cidades. O governo estadual dará suporte técnico e logístico, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). A ação iniciará na próxima segunda-feira, 14.

Também participaram do encontro o secretário de Infraestrutura, Joel Banha, os secretários de saúde, Evandro Gama, do município de Macapá, Eduardo Costa, de Santana, Carlos Matias e técnicos do Estado e dos respectivos municípios.

Conforme o titular da Sesa, Evandro Gama, o Estado comprou equipamento apropriado para a limpeza de ruas, pick-ups para transporte de pessoal e aluguel de caçambas para a retirada de entulhos, sendo três para Macapá e duas para Santana. “O total do recurso investido pela Sesa nesta ação de combate a dengue é de aproximadamente R$ 100 mil”, disse Evandro Gama.

Por sua vez, as prefeituras colocarão suas equipes em ação para a eliminação dos focos do mosquito que transmitem a dengue. De acordo com o governador, a Ação Conjunta Emergencial será uma grande frente de trabalho que reduzirá os altos números de casos da doença em Macapá e Santana. Camilo Capiberibe disse ainda que, posteriormente, a ação se estenderá aos outros municípios do Estado.

“Este plano de ação foi construído para combater a epidemia de dengue no Amapá. Após a primeira semana de execução, faremos os ajustes que forem precisos nesta Ação Emergencial. Também pretendemos estender este combate ao restante dos municípios do Estado. Trabalharemos no enfrentamento à dengue em todo o Amapá”, enfatizou Camilo Capiberibe.

Elton Tavares
Assessor de Comunicação

sábado, 12 de março de 2011

Equinócio das Águas 2011

Evento contempla visitação aberta ao público, noite gastronômica,homenagem ao Padroeiro de Macapá, São José e celebração do fenômeno

Acontece no período de 14 a 20 de março, no Monumento Marco Zero do Equador, a programação que abre oficialmente o Evento Equinócio das Águas. A Secretaria de Estado do Turismo (Setur) já está fechando os últimos preparativos para o evento.

No período de 14 a 18 acontecerá o projeto “A Escola vai ao Meio do Mundo”, que tem como objetivo ofertar atividades recreativas e educativas aos estudantes das escolas públicas dos municípios de Macapá e Santana.

Nos dias 18, 19 e 20 acontecerá a segunda etapa do evento com uma vasta programação, que contempla visitação aberta ao público, noite gastronômica, programação artístico e cultural, uma homenagem ao Padroeiro de Macapá, São José e celebração do fenômeno do Equinócio, que acontece no dia 20, às 20h20, de acordo com horário de Greenwich.

Para a secretária da Setur, Helena Colares, o Amapá é o único Estado brasileiro, em que acontece o Fenômeno do Equinócio. “Somos privilegiados. Durante o evento o visitante poderá vivenciar a sensação de estar ao mesmo tempo em dois hemisférios, ou seja, no Meio do Mundo”, disse Helena Colares.

Fernanda Picanço/Setur
Assessora de Comunicação

sexta-feira, 11 de março de 2011

Dom Pedro José Conti

Há muitos anos um mestre de obras trabalhava para uma firma de construções. Estava perto de se aposentar. Um dia recebeu  ordem para construir uma casa bonita, seguindo o projeto que achasse melhor, no lugar que também mais lhe agradasse e sem limites com os gastos. Logo deu início aos trabalhos. Pensou que podia aproveitar da grande confiança nele depositada. Por isso, decidiu usar materiais de péssima qualidade e trabalhadores incompetentes com salários mais baixos para conter os gastos. Ele ficaria com o dinheiro poupado na obra. Quando a casa ficou pronta, houve uma pequena festa, e o mestre de obras entregou ao presidente da firma a chave da porta principal. O presidente, sorr indo, devolveu-lhe a chave e disse, apertando-lhe a mão: - Querido amigo, esta casa é o nosso presente como sinal de gratidão e estima pelos anos que trabalhou conosco. Assim o mestre ficou com a pior casa que havia construído em toda a sua vida.

Com a página do evangelho deste domingo Jesus conclui o chamado discurso “do monte”. Muitas vezes ele repetiu: “Vós ouvistes o que foi dito” “Eu, porém, vos digo”. Ele tem consciência de que está propondo algo novo, um caminho para entrar no Reino dos céus, uma “justiça”- um agir amoroso - maior do que a dos escribas, dos fariseus, dos cobradores de imposto e dos pagãos. Todos esses ensinamentos devem ser praticados, devem ser vividos pelos seus seguidores. Com isso, Jesus nos lembra que ele não é um simples mestre da sabedoria humana ou um terapeuta para acalmar as nossas ansiedades. Ele quer ser o Senhor da vida dos seus discípulos que, por confiarem tanto na sua palavra, transformam-na em ações, em escolhas, em sentimentos e projetos concretos. Pouco ou nad a vale a teoria, ou chamá-lo de Senhor, se a prática do dia a dia não corresponde às invocações. Ser cristãos não é simplesmente acolher e se empolgar com os pensamentos de Cristo, é procurar viver como ele viveu.

É neste sentido que entendo a parábola da casa construída sobre a rocha e a construída sobre a areia. Infelizmente assistimos a tantos deslizamentos de morros, a tantas vítimas de construções que desabam; ficamos receosos e nos perguntamos se a morada onde habitamos está mesmo segura ou se, por alguma falha no subsolo, por alguns erros de cálculo ou pelo material usado, ela também corre o perigo de desmoronar. Legítimas preocupações que, porém, podem ser resolvidas gastando algum dinheiro com as perícias de técnicos competentes e honestos. “Segurança e tranqüilidade” poderia ser um bom lema para uma construtora de imóveis.

O que dizer da nossa vida? Talvez nos preocupemos mais com a nossa casa, com quanto custou e podemos perder, do que com o sentido que damos ao nosso agir e conviver. Jesus aproveita o exemplo de um bem tão precioso e necessário para as nossas famílias, como a moradia, para nos alertar: perder uma casa é um grande prejuízo, mas perder o sentido da nossa vida, perceber que estamos construindo sobre o vazio, sobre ídolos ocos e modas passageiras é muito pior.

As tempestades da vida são quase as mesmas para todos: fracassos, incompreensões, decepções, doenças, solidão, o tempo que passa inexoravelmente. Confiar em Jesus é organizar a nossa vida segundo os critérios e as propostas dele, sobre uma palavra que nunca perde o valor, nunca passa, é firme como a rocha, fiel como Deus! Cabe a nós decidir em quem confiar: nas areias que as chuvas do tempo carregam ou na palavra de quem nos ama e quer o nosso bem nesta vida e na eternidade?

Voltando à pior casa, que o mestre de obras construiu, penso naquelas pessoas que experimentaram ou experimentam algum grave desastre nas suas vidas. Por exemplo: uma família destruída, um abandono nunca imaginado, um derrame irrecuperável, um acidente horrível, uma doença terminal. É possível recomeçar a construir tudo de novo em nossas vidas, também quando o tempo parece curto e as forças debilitadas? Com Jesus tudo é possível. Afinal todos somos os mestres de obras da nossa vida. Depende de como construímos e do material que usamos. Se acreditarmos será sempre melhor uma humilde casa construída sobre a rocha da palavra dele, do que uma mansão construída sobre a areia das humanas ilusões.

Missa abre programação da Festa de São José

Foi realizada nesta quinta-feira, 10, a celebração da santa missa em frente ao Palácio do Setentrião e Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap). O momento celebrativo faz parte da programação das festividades de São José, padroeiro de Macapá.

A missa foi presidida pelo bispo da Diocese de Macapá, Dom Pedro José Conti e contou com a participação do governador do Estado, Camilo Capiberibe e o presidente do Tjap, desembargador Mário Gurtyev.

A manifestação religiosa marcou o início da peregrinação da imagem do Santo pelos órgãos públicos locais, que acontecerá no período de 10 a 18 de março. O dia de São José será comemorado no próximo dia 19.

Além do governador do Amapá e o titular do Tjap, participaram da missa secretários de Estado, servidores públicos, estudantes e comunidade em geral. O primeiro órgão a receber a imagem de São José foi o Palácio do Setentrião.

Conforme o bispo de Macapá, a preferência pela sede do governo do Estado se deu por conta do mesmo ser o de maior representatividade para o povo amapaense.

“Entendemos a importância da religião católica para o nosso povo e para a população brasileira como um todo. Ainda mais que a Campanha da Fraternidade deste ano fala de desenvolvimento econômico e da preservação de recursos naturais, que é algo em que acreditamos”, disse o governador do Amapá.

“Estamos muito felizes de participar desta bonita missa, que marca o início das festividades de São José”, finalizou Camilo Capiberibe.

A peregrinação
O Tjap foi o segundo órgão a receber a imagem de São José. Os próximos serão: Hospital da Mulher Mãe Luzia, Paróquia Jesus Bom Samaritano, Corpo de Bombeiros, Universidade Federal do Amapá (Unifap), Paróquia São Pedro, Abrigo São José, Hospital São Camilo e São Luiz, Prefeitura de Macapá e Colégio Santa Bartolomeia Capitanio.

A imagem também passará pela Paróquia São Benedito, Câmara de Vereadores de Macapá, Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), Paróquia Nossa Senhora de Fátima, Polícia Técnico Científica (Politec), Jornal do Dia, Paróquia Beato João Piamarta, Ceap, Paróquia Jesus de Nazaré, Senai, Santuário Perpétuo Socorro e a Catedral de São José.

A peregrinação se estenderá em outros municípios do Estado, no período de 6 a 13 de março, são eles: Santana, Calçoene, Amapá, Tartarugalzinho, Comunidade do Cojubim, Ferreira Gomes e Porto Grande.

Dia de São José

No dia 19 de março, data em que se comemora o padroeiro da capital amapaense, será rezada uma missa solene celebrada pelo bispo Dom Pedro José Conti e em seguida carreata pelas ruas de Macapá.

O governo estadual apoiará a programação religiosa por meio de um convênio entre a Diocese de Macapá e Secretaria de Estado da Cultura (Secult). De acordo com o titular da Secult, Zé Miguel, a ajuda do Estado será de aproximadamente R$ 30 mil.

“Este montante garantirá o pagamento de artistas e do equipamento de sonorização do festejo do Dia de São José”, explicou Zé Miguel.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Amapá avança na política estadual de recursos hídricos

Reunião marcou o início das definições para as ações de gestão das águas no país, no período de 2011 a 2015

Secretários de órgãos ambientais de 25 estados brasileiros e do Distrito Federal reuniram-se no dia 1º de março, em Brasília, com representantes do Ministério do Meio Ambiente e da Agência Nacional das Águas (ANA) para discutir a implementação do Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos (Singreh). A reunião marcou o início das definições para as ações de gestão das águas no país, no período de 2011 a 2015. O secretário do Meio Ambiente do Amapá (Sema), Paulo Sérgio Figueira, representou o Estado no encontro.

O objetivo do evento foi apresentar, aos secretários recém-empossados, o atual diagnóstico da implementação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos e propor aos estados o aprofundamento da gestão integrada, descentralizada e democrática, conforme prevê a Lei n.º 9.433/97, conhecida como Lei das Águas.

O Singreh faz parte do Plano Nacional de Recursos Hídricos, sancionado em 2006, e que deve ser revisto a cada quatro anos. No ano passado foram realizadas oficinas nas 12 regiões hidrográficas brasileiras para discussão de temas locais, além de seminários sobre assuntos estratégicos nacionais. O resultado foi a consolidação, em novembro, de 28 prioridades a serem executadas entre 2011 e 2015. As definições não foram fechadas, para que os novos governos estaduais possam participar. O objetivo é influenciar nos planos plurianuais dos estados e do governo federal.

Para o secretário Paulo Figueira, o encontro foi importante para estabelecer um protocolo de intenção entre o Amapá e a ANA, que será referendado pelo governador Camilo Capiberibe, como política pública importante para o desenvolvimento do Estado. “Temos no Amapá a Lei de Recursos Hídricos, o Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CONERH) e o governador Camilo Capiberibe está implantado a Secretaria Executiva do Conselho. Mas, muito tem que se fazer para que o Estado possa de fato se tornar referência nacional”, explica o gestor.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Concurso TRE-AP

Estão abertas as inscrições para o concurso do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Amapá (TRE/AP).
Os interessados no certame devem realizar as inscrições através do site da FCC a partir do dia 15 de março (terça-feira) até o dia 11 de abril (segunda-feira).
As taxas custam R$ 52,50 e R$ 67,50.
A remuneração oferecida envolve o salário e a gratificação que somam o valor de R$ 6.551,52 e, ainda auxílio alimentação de R$ 599,21 e PVI de R$ R$ 59,87.
O cargo de Técnico Judiciário é para o nível médio em duas áreas: Administrativa e Apoio Especializado.
Já o cargo de Analista Judiciário, para nível superior, dispõe das seguintes áreas: Administrativa, Judiciária e Apoio Especializado.
Além das seis vagas oferecidas para contratação imediata, haverá formação de cadastro de reserva.
As provas estão programadas para o dia 5 de junho (domingo) na capital do estado, Macapá.

Banda 2011

Em sua 46º edição, mais de 120 mil brincantes promoveram a alegria na terça-feira gorda de Carnaval

A terça-feira gorda é um dos momentos mais esperados do carnaval de rua, especialmente em Macapá. Foi assim mais uma vez, ontem (8), quando o maior bloco de sujos do Norte do País desfilou. Em sua 46º edição, este ano A Banda levou um número de participantes menor que no ano passado, quando mais de 130 mil brincantes foram às ruas.

Entretanto se tinha espaço para mais gente, ele ficou pequeno para a alegria, energia e irreverência dos 120 mil foliões – número estimado pelo Corpo de Bombeiros – que ontem rechearam a passagem da Banda com diversas cores e ritmos musicais.  Os tradicionais bonecos Anhanguera, Cutião, Chicona, Iracema e Arizinho estavam presentes, comandando a multidão.

Criado no dia 2 e março de 1965 e inspirado na música de protesto de Chico Buarque, hoje o loco toca de tudo: frevo, axé, as tradicionais marchinhas e outros ritmos populares, sem esquecer, claro, da música tema.  Todos os anos muitas pessoas vão para as ruas com suas fantasias improvisadas. Entre as mais comuns estão os homens vestidos de mulher, tradição no bloco.

Até quem passou o carnaval inteiro em casa sai na varanda para ver A Banda, que percorre sete quilômetros de ruas e avenida. A dona de casa Dora Souza garante que não perde nenhum desfile do bloco. “É uma diversão poder ver o povo reunindo e espalhando a alegria. E me divirto com os homens vestidos de mulher, é uma graça”, explica, aos risos.

Jéssica Alves/a Gazeta

segunda-feira, 7 de março de 2011

Aldeias Indígenas do Amapá

Os índios do Amapá são os únicos do país que têm o privilégio de possuir todas as suas reservas demarcadas, sem invasões de garimpeiros, madeireiros e agricultores. Os primeiros contatos entre o índio e o europeu têm o registro de 1500, quando Pinzón esteve aqui. O Estado abriga vários tipos de etnias, distribuídos em 49 aldeias. São eles: Galibi, Karipuna, Palicur, Tiriyó, Kaxuyana, Wayana, Apalaí e Waiãpi. A história dos índios no Amapá é cheia de episódios épicos e pela própria história de nossa gente.
Tucuju, primeiros habitantes?Apesar de atualmente extintos, os Tucuju atualmente são o carro-chefe para se desvendar um pouco da história do Amapá na fase pré-pinzônica. Parte de sua história já tentamos relatar, unindo ficção e realidade, em uma obra que tivemos a oportunidade de lançar em 1997. Como eles vieram ao Amapá? Pinzón teve contatos mais próximos com eles em 1513, quando retornava à costa das Guianas. Além dos Tucuju, Pinzón teria avistado também os Palicur, os Mayé, os Itutan e
os Maraon. Outro contato aconteceu em 1604, quando o naturalista francês Jean Mocquet, em viagem de estudos à então Costa Palicúria, relatou uma guerra que teria ocorrido entre os Palicur e os Galibi, e a vitória da nação palicur com a ajuda dos Tucuju.
O domínio hispano-português (1580 a 1640) fez com que várias expedições chegassem até aqui, com intenções puramente de exploração. Nas construções
de feitorias e postos de embarque, os colonos passaram a aprisionar gentios que,
a princípio surgiam como promissora mão-de-obra para suas empresas. A intervenção dos missionários jesuítas convenceu a Coroa espanhola a expedir uma Carta-Régia datada de 15 de maio, estabelecendo a libertação de todos os índios escravizados pelos colonos portugueses.
Em 1639, um jesuíta espanhol (Cristobal de Acuña), realizando estudos cartográficos na margem guianense do Amazonas, consegue localizar um forte e uma missão portuguesa, com vários índios catequizados. Entre eles estavam os Tucuju. Essa missão ficava localizada, segundo Acuña, às proximidades de Almeirim e Macapá.
Além da pressão exercida pelos jesuítas, que proliferam numa espécie de binômio catequese-submissão ao colonizado, por volta de 1650 um fator muito forte iria dizimar parte dos grupos de missões: a peste bubônica, a malária e o sarampo.
De origem tupi, o vocábulo Tucuju é uma transliteração de Tucumã, espécie de palmeira natural da Amazônia (A. Princeps Var Sulphurium), com frutos graúdos e oleosos usados na feitura do vinho, licor e mingau.
Colonizadores e aventureiros, no início do século XV, levantaram propostas visando a criação da Província dos Tucuju, com a tentativa de resgatar o nome, em homenagem aos habitantes primitivos, mas isso não passou do papel.
Arthur Cezar Ferreira Reis nos informa que a população desses índios na fase de maior ebulição demográfica, não passou de duas mil pessoas. Ele menciona também que esses Tucuju eram muito acessíveis e que, inicialmente fizeram amizade com os franceses possibilitando, assim, o contrabando e a descoberta de veios auríferos entre a região que vai do Oiapoque a Saint Georges. Isto, sem
dúvida alguma, representou uma ameaça à soberania portuguesa que, no período das fortificações, construídas ao longo do vale do Oiapoque, provocou um
verdadeiro êxodo dessa gente para o outro lado, onde se aculturavam e passavam
a viver como "civilizados". Muitos desses índios e índias passaram a residir em Paris, como retribuição à "ajuda" que eles deram ao governo francês, na
localização das minas de ouro.
O tratamento grosseiro atribuído a portugueses como Bento Maciel Parente e seus filhos, a essa gente, consistia em castigos excessivos, assassinatos, estupros, exploração doméstica e sexual das índias jovens, e foram propícios a que esses índios se fizessem amigos dos "louros de fala macia" (franceses), que ao contrário dos lusos, passaram a presenteá-los com aves (frangos, galos, perus) exóticas, espelhos, pentes etc, além de viagens a Paris, de onde sempre não retornavam.
Essas "vantagens" proporcionadas pelos franceses aos Tucuju tiveram forte repercussão na Coroa portuguesa que resolveu, com a ajuda dos jesuítas, mudar
de estratégia. Assim, chegaram ao Cabo do Norte várias galeras, com presentes vindos até de outras colônias, constituídos de sedas, utensílios domésticos e pagamentos de vantagens a todos que conseguissem fazer dos Tucuju seus amigos.
Assim, a Carta Régia de 27 de novembro de 1699 estabelecia "que todos os portugueses deverão dispensar aos Tucuju um tratamento especial, levando-os a terá uma vida mais respeitosa". Estavam incluídas no referido documento, imposições de penas a quem contrariassem a ordem régia, assim como menções honrosas a quem cumprisse integralmente os preceitos da Carta. Mas já era tarde demais. A maioria dos Tucuju migrou para a região das Guianas, aculturando-se.
Os que ficaram, os mais velhos, foram desaparecendo aos poucos até se extinguirem completamente, em 1758.
Karipuna
A maior parte da população indígena que atualmente se define como Karipuna encontra-se nas margens do rio Curipi, principalmente no seu baixo e médio curso, na Área Indígena do Uaçá. Além das quatro aldeias maiores e principais, Manga, Espírito Santo, Santa Isabel e Açaizal, existem várias localidades residenciais dispersas ao longo do rio Curipi: Zacarias, Inglês, Mahipá, Txipidon, Paxiubal, Bastião, Campinho, Kutiti, Tauahu, Xato, Bovis, Taminã e Japim. Apesar da dispersão, cada uma dessas localidades reconhece sua conexão com uma das quatro aldeias maiores.
Na BR-156, que liga as cidades de Oiapoque e Macapá, estão localizadas mais três aldeias Karipuna: a aldeia Piquiá, no Km 40, a aldeia Curipi, no Km 50, e a aldeia Estrela no Km 70. Esta estrada corta a área indígena do Uaçá justamente na região
das cabeceiras dos rios Uaçá, Curipi, afluentes e da zona de reservas faunísticas, onde são realizadas expedições de caça e coleta de frutas silvestres e de onde se retira a madeira para construção de casas, barcos e canoas. Esta região sempre foi vítima de caça e pesca predatória, e com a abertura da BR-156 o acesso de invasores ficou
ainda mais fácil. Há ainda, mais duas aldeias Karipuna situadas no rio Oiapoque: Ariramba, situada dentro da Área Indígena Galibi e, Kunanã, localizada na Área
Indígena do Juminã.
A paisagem natural dessas reservas é caracterizada pela presença de uma extensa bacia hidrográfica constituída pelos rios Oiapoque, Curipi, Urukauá, Uaçá e Cassiporé. Com exceção do rio Oiapoque, cuja nascente está fora e distante das reservas indígenas, a paisagem que caracteriza os alto e médio cursos dos demais rios é a florsta tropical de terra firme, de onde provém a madeira e a caça de que precisam esses povos. As agências que atuam entre os Karipuna, que atualmente contam 1.656 pessoas (Funai 1998), são a Funai, o Cimi e a FNS.


Palikur
Os Palikur, falantes de uma língua Aruak, estão localizados nos dois loados da fronteira Brasil-Guiana Francesa. A população em território brasileiro, estimada em 862 habitantes (Funai, 1998), eistribui-se em 10 aldeias (Kumenê, Flecha, Puwaytyket, Kamoywa, Tawary, Monge, Urubu) assentadas nos tesos que se levantam ao longo do rio Urucauá, afluente da margem direita do rio Uaçá.
Localizada no extremo-norte do Estado do Amapá, a bacia do rio Uaçá, compreende dois afluentes, o Curipi e o Urucauá. Das cabeceiras dos três rios até próximo ao curso médio a vegetação é de terra firme mas, a partir do curso médio seguindo em direção à foz, a vegetação muda e é tomada por campos alagados, entrecortados por terras mais elevadas que permitem a ocupação humana. Do lado francês, os Palikur vivem dentro do perímetro urbano de Caiena e Saint Georges de L´Oyapock, em bairros construídos pelo governo especialmente para abrigá-los, e em aldeias localizadas na margem esquerda do rio Oiapoque.
As terras ocupadas pelos Palikur fazem parte da Área Indígena do Uaçá e são
contíguas à Área Indígena do Juminã (homologada pelo decreto s/N de 21 de maio de 1991). Além dos Palikur, muitos falam ou compreendem o patuá, utilizado como língua indígena pelos Karipuna e pelos Galibi-Marworno. Do lado brasileiro, a maioria dos jovens escolarizados e alguns homens falam o português. Na Guiana, por influência da escola francesa, quase todos falam o francês, com exceção dos mais velhos e de algumas mulheres.
As agências de contato que atuam entre os Palikur atualmente são a Funai, que possui um Posto Indígena na aldeia Kumenê e cujo chefe é um Palikur; a FNS, e a Secretaria de Educação do GEA. Durante cerca de 12 anos (1965 a 1977), um casal de missionários linguistas do Summer Institute Of Linguistics (SIL), trabalhou junto aos Palikur. Sua base foi a aldeia Kumenê, na qual, em meados da década de 1980, foi construída uma igreja filiada à Igreja Evangélica Assembléia de Deus. A maior concentração da população nesta aldeia deve-se ao grande número de pessoas convertida ao credo pentecostal.


Galibi
Os Galibi do Oiapoque - Galibi é a autodenominação de um grupo indígena que vive no Oiapoque e de outro que vive na Guiana Francesa, nos rios Maroni e Mana. Na Guiana Francesa eles se definem como Kaliña, tendo Galibi como designação genérica utilizada pelos europeus para se referir aos povos de fala Caribe do litoral das Guianas.
Os Galibi são poliglotas. Além de manterem parcialmente sua língua original, falam também o patauá, língua geral utilizada no contato com as outras etnias da região. Falam o português e usam esta língua na aldeia e para os contatos externos. Conhecem o francês, pelo menos os mais velhos que foram alfabetizados e educados nesta língua, e entendem um pouco do patuá holandês.
A aldeia São José dos Galibi permanece onde foi instalada em 1950, quando o grupo chegou na área. Localiza´se na margem direita do Oiapoque, logo abaixo da cidade de Saint Georges, em um trecho de terra firme cercado de roças familiares e mata. Atualmente a aldeia conta com sete casas, habitadas em média por duas pessoas. Muitos Galibi vivem fora da aldeia, nas cidades de Oiapoque, Macapá, Belém e Brasília. Os que habitam a cidade do Oiapoque, muitos deles funcionários públicos, sempre voltam à aldeia nos fins de semana e durante as férias. Os que habitam outras cidades visitam esporadicamente seus parentes. Apesar de um aumento demográfico, o número dos que permanentemente residem na aldeia tem diminuído: eram 38 em 1950, 28 em 1994 e 25 em 1999.
A aldeia São José dos Galibi é também a sede do PI Galibi. Há um chefe de posto da Funai que é um índio Karipuna da aldeia de Santa Isabel e que também é enfermeiro. O líder da comunidade, Geraldo Lod, tem mantido uma atitude de autonomia mas de bom relacionamento com a Funai. Ele escolhe e avalia os funcionários da aldeia que hoje são apenas o chefe de posto e o professor. Participa das assembléias dos Povos Indígenas do Uaçá e de movimentos coletivos reivindicatórios.
As terras ocupadas pelos Galibi correspondem basicamente ao território onde se instalam em 1950. Constituem a Reserva Galibi com uma superfície de 6.689,928 hectares, conforme a portaria nº 1.369/E, de 24 de agosto de 1962, e homologada em 1982 (Diário Oficial da União de 22 de novembro de 1982.


Galibi Marworno
A denominação Galibi Marworno, hoje assumida pelos índios do rio Uaçá, revela uma população heterogênea, composta por descendentes de povos Caribe e Aruaque (Galibi, Maruane e Aruã), antigos habitantes da Guiana Francesa, sul do Amapá e bacia do Uaçá. Um certo número de moradores, por outro lado, é descendente de regionais e de imigrantes não-índios que se casaram com índias do Uaçá.
Os índios, até pouco tempo atrás, não se auto-denominavam desta forma. Eles se identificavam como “do Uaçá” na época em que viviam dispersos em grupos locais,
nas ilhas do Alto Uaçá. Mais tarde, a partir do final de década de 40, na época do SPI (Serviço de Proteção ao Índio), quando instalados no Village Sainte Marie em Kumarumã, passaram a se identificar, em conjunto, como Galibi e, mais recentemente, orientados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e com a autorização do ex-chefe Manoel Floriano Marcial, como Galibi-Marworno, se diferenciando assim dos Galibi de Oiapoque.
A língua dos Galibi-Maworno históricos entrou em desuso há pelo menos 100 anos, mas um número expressivo de palavras, especialmente referentes à fauna e avifauna, continuam sendo utilizadas. Em alguns cantos xamânicos, por exemplo, é possível verificar trechos em “língua antiga”.
Orientados pelo SPI, os Galibi-Marworno vivem, desde o final dos anos 40, concentrados em uma única aldeia, Kumarumã, na margem esquerda do uaçá. Essa “união” é considerada, pelo menos até hoje, motivo de orgulho. As terras ocupadas pelos Galibi-Marworno fazem parte da Area Indígena do Uaçá, com uma superfície de 41.164,036 hectares, homologada pelo Decreto nº 298 (Diário Oficial da União, 30 de outubro de 1997).
Na década de 70, tendo em vista as reivindicações pela demarcação da terra e da luta política para diminuir os danos da Rodovia BR-156 dentro da área indígena, lançou-se mão da designação “Povos Indígenas do Oaipoque”. Posteriormente, em 1991, foi criada a Associação dos Povos Indígenas do Oaipoque (Apio), para representar todas as etnias desta região. Assim como os Karipuna, os Galibi elegeram vereadores, em mandatos sucessivos, na Câmara de Vereadores de Oiapoque e, em 1996, o índio
João Neves foi eleito prefeito do município de Oiapoque.
As agências que atuam entre os Galibi-Marworno são a Funai, a FNS e a Secretaria de Educação do GERA. O Cimi, por sua vez, orienta programas de educação em kheuol (criolo) além das atividades religiosas. Desde 1998 também atuam na aldeia um casal de missionários evangélicos da Missão Novas Tribos do Brasil.
A população Galibi-Marworno está aumentando significativamente nos últimos anos, e conta com 1631 pessoas, sando 1509 de Kumarumã, 34 de Tukay e 88 de Uahá
(Funai, 1998).

quinta-feira, 3 de março de 2011

Fotos Antigas (Amapá)

 1955 Macapa Colegio Amapaense - Amapá


 1968 - Inauguração da Escola José de Alencar - Amapá


 1975 Macapá inauguração da Tv Amapá - Amapá


 Aldeia karipuna - Amapá


 Anos 50 - avenida fab - Amapá


 anos 60 - Lancha Amapá pronta - Amapá


 Anos - 60 - Demonstração de educação física  na Praça Barão do Rio Branco- Amapá


 Antiga orla de macapa -Amapá


 Bar caboclo - anos 50 - Amapá


 Desfile 7 de Setembro - 1960 - Amapá


 Estudantes na praça do barão - Macapá - Amapá


Fazendinha esporte clube - Amapá