A Caesa informou, por meio de assessoria, que não tem participação na construção da caixa d'água. A reportagem procurou a Secretaria Municipal de Obras (Semob), responsável pela edificação, para que fossem dados esclarecimentos sobre o assunto, mas até o fim da tarde desta terça-feira (21), não teve retorno das ligações.
Empresa parceira
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
No AP, moradores esperam há 6 anos por obra de abastecimento de água
A Caesa informou, por meio de assessoria, que não tem participação na construção da caixa d'água. A reportagem procurou a Secretaria Municipal de Obras (Semob), responsável pela edificação, para que fossem dados esclarecimentos sobre o assunto, mas até o fim da tarde desta terça-feira (21), não teve retorno das ligações.
Homem de 66 anos morre ao ser atropelado na faixa de pedestres
Francisco da Costa Conceição, de 66 anos, morreu na noite desta
terça-feira (21) depois de ser atropelado quando atravessava a faixa de
pedestres na Rodovia Tancredo Neves, no bairro Jardim Felicidade, Zona
Norte de Macapá.
Segundo o Centro Integrado de Operações em Defesa Social (Ciodes), o
condutor do veículo, um homem de 45 anos, foi levado para a delegacia. A
polícia não informou se o motorista estava alcoolizado.
A vítima chegou a ser socorrida pelo Samu, mas morreu ao chegar no Hospital de Emergências.
Capitania conclui causas de naufrágio que matou 18 pessoas no AP
As investigações da capitania também
identificaram que não houve colisão, alagamento, explosão e nem
problemas no motor ou na parte elétrica da embarcação.
De acordo com o inquérito, a
instabilidade fez a embarcação inclinar para o lado esquerdo, provocando
o deslocamento dos passageiros para o lado oposto. “Quando todos foram
para a direita, o barco voltou à posição normal naturalmente. Mas como
os passageiros estavam em apenas um lado, a embarcação virou. Ou seja,
houve distribuição irregular do peso a bordo”, explicou o capitão Carlos
Neves.
“As pessoas não conseguiram apontar
quem estava no comando no momento em que a embarcação virou. O
comandante não era, porque ele foi encontrado no parque de máquinas.
(...) Uma coisa é fato, o ato do comandante sair da cabine implica em
assumir uma responsabilidade porque ele é o responsável pela segurança
da embarcação”, afirmou Neves.
Naufrágio
A embarcação Reis I naufragou por volta de 10h30 de 12 de outubro, quando participava do Círio Fluvial, evento que antecede o Círio de Nazaré, em Macapá.
A embarcação Reis I naufragou por volta de 10h30 de 12 de outubro, quando participava do Círio Fluvial, evento que antecede o Círio de Nazaré, em Macapá.
Segundo a Capitania dos Portos, a
embarcação estava com a capacidade de passageiros dentro do permitido,
com 43 pessoas, divergindo da lista de 63 passageiros divulgada pelo
Sindicato dos Servidores Público do Amapá (Sindsep), responsável por
alugar o barco.
O Corpo de Bombeiros Militar do Amapá
encerrou as buscas às vítimas do naufrágio no dia 15 de outubro, quando
os 2 últimos corpos foram encontrados presos dentro da embarcação.
A Comissão Nacional da Igualdade da Confederação Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ingressou em 25 de outubro com uma representação no Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP)
contra a Capitania dos Portos, governo do estado e Sindsep. A entidade
acredita ter havido prática de homicídio culposo pelos respectivos
órgãos.
Confraria Tucuju festeja 256 anos de Macapá com programação no dia 4
A presidente Telma Duarte, confrades e colaboradores da Confraria,
organizam a programação que inclui missa, hasteamento de bandeiras,
pronunciamento de autoridades, encontro das bandeiras de marabaixo,
parabéns, corte do bolo de 50 metros, encontro de pioneiros, almoço,
shows musicais, apresentações de grupos de marabaixo e escolas de samba,
e encerramento com show pirotécnico. Toda a programação acontece no
Centro Histórico da Cidade, onde estão localizadas a Igreja São José,
Biblioteca, Praça Veiga Cabral e Largo dos Inocentes.
“Esta festa iniciou em 1997, um ano após a Confraria ser fundada,
quando os pioneiros e moradores se reuniram com um pequeno bolo na
frente da Igreja de São José. A festa é uma declaração de amor para a
cidade, que a cada ano ganha uma proporção maior, reconhecimento e
participantes. É o momento em que os antigos se reúnem com as novas
gerações e autoridades para falar de nossa história e festejar a criação
da cidade” disse Telma Duarte. De acordo com sua perspectiva, o almoço
será servido para 2 mil pessoas da comunidade.
PROGRAMAÇÃO:
07:30 – Missa em ação de graça na Antiga Catedral de São José
09:00 – Solenidade cívica com hasteamento de bandeiras, hinos e fala das autoridades. Local: Biblioteca Pública,
10:00- Encontro das bandeiras do Marabaixo. Local: Frente da Igreja São José
10:30 – Parabéns à cidade de Macapá com corte e distribuição do bolo
aos representantes de bairros e populares. Local: Av. Mário Cruz,
13:00 – Feijoada Tucuju servida para a comunidade. Local: Av: Mário Cruz
14:00 – Encontro dos Pioneiros. Local: Largo dos Inocentes,
15:00- Show musical com artistas, grupos de Marabaixo e Escolas de Samba amapaenses. Local: Largo dos Inocentes,
19:00 – Encerramento com fogos de artifícios. Local: Largo dos Inocentes.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
No AP, 'vovó do tráfico' é presa com crack, dinheiro e celulares
Uma idosa de 66 anos foi presa nesta terça-feira (21) no município de Santana, a 17 quilômetros de Macapá.
A polícia informou que chegou ao local através de denúncias sobre um
ponto de drogas da 'vovó do tráfico', que era suspeita de estar vendendo
drogas na casa em que mora sozinha, em uma área de ponte na Avenida
Brasília, no bairro Hospitalidade.
No momento da chegada da viatura, um jovem de 19 anos saía da casa com
uma porção de entorpecente, segundo informou o subtenente Herinaldo
Nascimento, do 4º Batalhão de Polícia Militar. Ao entrar na residência
da idosa, os militares encontraram duas cabeças de crack, além de outra
substância ainda não identificada. Dois celulares e o valor de R$ 161
também foram apreendidos.
A idosa foi presa em flagrante e levada para a Delegacia de Polícia de Santana, juntamente com o jovem que comprou a droga.
Dois assaltos são registrados em intervalo de uma hora em Macapá
O primeiro assalto aconteceu por
volta de 14h30 em uma escola particular na Avenida Mãe Luzia, no bairro
Jesus de Nazaré, Zona Central de Macapá. A Polícia Militar informou que
os suspeitos entraram armados no prédio e levaram os equipamentos.
Ninguém ficou ferido na ação.
A dupla conseguiu levar três
notebooks usados para realizar matrículas no colégio. Não havia aula no
momento do crime. Os suspeitos conseguiram fugir em uma bicilcleta antes
da chegada da polícia.
O segundo assalto foi por volta de
15h30 em um escritório na Avenida General Rondon, no Centro de Macapá.
Dois homens entraram no estabelecimento e roubaram uma quantia em
dinheiro no valor de R$ 30 mil. Segundo o 6º Batalhão de Polícia
Militar, o funcionário do escritório foi rendido com uma arma apontada
para cabeça durante o assalto. Ele não ficou ferido. A dupla fugiu em
uma moto antes de a polícia chegar ao local.
O batalhão informou que apesar de os
assaltos terem ocorrido em um intervalo de tempo bastante próximo, a
princípio não há ligação entre os crimes. Até o fechamento da matéria, a
polícia não havia encontrado nenhum suspeito.
Show Emília Monteiro e Banda Bôto
A cantora Emília Monteiro ocupa o palco do Balaio Café acompanhada da
Banda Bôto de Macapá. O quinteto é formada por Alan Gomes- baixo,
Fabinho- guitarra, Hian Moreira- bateria, Jeffrey- teclado e Marcelo
Cardoso- sax.
Radicada em Brasília, a cantora amapaense Emília Monteiro, que l
ançou
em 2013 o disco Cheia de graça, ela prova que os dois mundos, o da MPB
tradicional e o do pop cult de eletrizar radiolas, têm mais pontos em
que comum do que se imagina. Primeira intérprete a gravar, em 1998, o
clássico marabaixo Mal de amor (de Val Milhomem e Joãozinho Gomes), ela
investe nos ritmos de sua região, chega às Antilhas com o zouk love e
promove fusões do batuque com o jazz e o carimbó.
Emília, que ficou quase 10 anos se dedicando à família, voltou à
ativa em 2008 e começou a trabalhar no disco. Ganhou da dupla Joãozinho
Gomes e Val Milhomem a música Mão de couro, que no disco conta com o
mestre da guitarrada Aldo Sena. D e Dona Odete paraense veio Veneno de
cobra e Eu quero esse moreno para mim, com direito a participação
especial nas duas faixas. A brasiliense Ellen Oléria, nova aposta da
indústria e vencedora do The Voice Brasil 2012, cedeu Córrego rico. E o
paulista Nanon compareceu com Descalço e Mandacaru, que abre o disco com
dois minutos e meio de síntese e frescor.
O mais paulista dos maranhenses, Zeca Baleiro, ofereceu Coisinha, com
letra da carioca Suely Mesquita, que aproveitou para fazer a supervisão
vocal do disco. E as campeãs de festivais Simone Guimarães e Márcia
Tauil inauguram parceria com Meus ventos. O produtor e arranjador João
Ferreira conseguiu dar unidade a esta diversidade e fazer o disco soar
coeso.
Sarney, um senador do Amapá que quase nunca é visto por lá
Na casa
onde funciona seu domicílio eleitoral em Macapá morava, até
recentemente, um aliado seu, José Carlos Alvarenga, diretor do Sebrae.
Mas hoje a casa está fechada. As outras residências do senador estão na
Praia do Calhau e na Ilha do Curupu (MA) e na antiga Península dos
Ministros, no Lago Sul, em Brasília.
As idas de Sarney ao Amapá
são tão raras que, quando ele chega lá, quase sempre de jatinho, para
passar algumas horas ou no máximo três dias, é um acontecimento que
ganha manchetes nos jornais locais. Uma vizinha da casa de Sarney em
Macapá conta:
“Minha querida, as visitas de Sarney aqui já viraram
piadinhas! É motivo de riso. Moro perto da casa dele e nunca o vi por
aqui. E olha que ando bastante! A casa está sempre fechada, mas como
este ano tem eleição, já começamos a ver um movimentozinho”, disse
Cássia Danúbia Soares Ribeiro, moradora da Avenida Carlos Gomes.
Os
eleitores e políticos do Amapá reclamam do pouco esforço dele, mesmo
com o poder que tem no governo, para liberar suas emendas parlamentares
ao Orçamento para obras no estado. Pelo levantamento da execução
orçamentária de 2013, ele destinou emendas para Macapá (R$ 2 milhões),
Mazagão (R$ 7,5 milhões) e Santana (R$ 2,5 milhões), entre outras.
Apesar de autorizadas, nenhum centavo foi pago. A única emenda dele
empenhada e paga foi uma de caráter nacional, para a Fundação Pioneiras
Sociais (R$ 743 mil), que administra a rede do Hospital Sarah
Kubitischek.
Sarney costuma visitar o Amapá em datas importantes.
No primeiro ano como senador eleito do Amapá, passou seu aniversário lá.
Depois, aboliu essa ideia. Nos meses de dezembro ainda vai ao estado
para fazer uma já tradicional festa com políticos e jornalistas num
hotel da cidade, que inclui o sorteio de brindes.
O ano que Sarney
passou mais tempo no Amapá, cerca de 30 dias, foi na campanha de 2006,
quando quase perdeu para a então desconhecida Cristina Almeida (PSB).
Precisou gastar muita sola de sapato no corpo a corpo. Em 2010, no dia
da eleição presidencial, foi a Macapá de jatinho, por volta das 7h da
manhã. Votou e, ao meio-dia, voltou para o Maranhão. Em 2013, ele esteve
lá só duas vezes, em abril e dezembro.
“As promessas dele não
saíram do papel. O aeroporto de Macapá teve a obra parada em 2004 porque
o dinheiro sumiu e hoje só tem lá o esqueleto. Quando fui governador,
Sarney não permitiu que o governo federal repassasse um centavo para o
estado e só governei com os repasses constitucionais”, disse o senador
João Alberto Capiberibe (PSB), seu adversário político.
Terceiro senador pelo Amapá, Randolfe Rodrigues (PSOL) tem boa relação com Sarney, mas cobrou:
“Não
julgo a escolha do povo do Amapá que elegeu o Sarney, mas ele deveria
ter mais respeito com os eleitores e ir ao estado com mais frequência.
Poderia ir pelo menos uma vez ao mês. E se ele disser que atua pelo
Amapá aqui em Brasília, está mentindo. Desde 2011, não o vejo em reunião
de bancada.”
SARNEY LISTA OBRAS – Recolhido no Maranhão, onde
dona Marly Sarney se recupera de um acidente, Sarney respondeu, por meio
de sua assessoria: disse que vai ao Amapá todas as vezes que é preciso e
que não decidiu se será candidato novamente.
Ele diz que sua
aprovação é alta no estado e faz uma avaliação positiva de seus mandatos
de senador pelo Amapá. “Tenho residência em Macapá, Avenida Carlos
Gomes, 920. A lei permite a todas as pessoas terem várias residências e
escolher uma delas para domicílio eleitoral. Estou sempre no Amapá,
todas as vezes que é preciso. Fui eleito para representar o Amapá em
Brasília, onde é o Senado”, disse por e-mail.
Sarney listou obras
para o Amapá como de sua iniciativa: “Quase tudo que foi criado nesses
24 anos no Amapá tem a minha ajuda. Foram iniciativas minhas a Área de
Livre Comércio Macapá-Santana, o carro-chefe da economia amapaense,
responsável por 80% dos empregos. Criei a Zona Franca Verde, foi minha
iniciativa três hidroelétricas que estão construindo no Amapá, a 1ª
começa a funcionar em junho deste ano”, disse, citando ainda o trabalho
pela liberação de verbas para obras de urbanização da capital e
interior.
Sobre a acusação de que persegue adversários locais,
afirmou por e-mail: “Nunca impedi qualquer repasse. Apoiei a eleição do
Capiberibe ao governo e todas as outras obras que ele fez pelo estado.
Quanto ao prefeito da capital, Clécio Luís, temos ótimas relações e
também sempre procuro ajudar a cidade (…) Tenho apoio das maiores
lideranças do estado. Tenho hoje, na última pesquisa, de dezembro, 50,6%
das intenções de voto do eleitorado, os outros candidatos reunidos tem
22%”.
Macapá tem 760 pontos de ônibus sem cobertura, aponta companhia
A previsão da CTMac é de que a partir de fevereiro sejam colocadas mais 50 coberturas em pontos de ônibus espalhados na cidade. A construção da estrutura será subsidiada com recurso de emenda parlamentar.
A autônoma Francisca da Silva, de 58 anos, diz que por causa da falta de abrigos em Macapá, a sombrinha virou elemento indispensável para ser usada enquanto espera pelo ônibus. "É difícil a situação como a gente espera o ônibus em Macapá. Não tem abrigo em quase nenhum lugar. Se nem no Centro tem, imagine lá no meu bairro. Por isso saio prevenida com o meu guarda-chuva", reclamou a autônoma, moradora do bairro Infraero I, Zona Norte de Macapá.
De acordo com o diretor de transporte da CTMac Michel Bráz, atualmente a autarquia está fazendo a escolha do modelo a ser implantado na cidade. "Ele deve ser de forma que proteja tanto do sol, quanto da chuva", destacou.
A CTMac informou que paralelo à escolha do novo modelo a ser implantado em pontos de ônibus da capital, algumas paradas cobertas estão recebendo reparos para evitar que goteiras deixem os usuários molhados durante a chuva.
Moradores de Oiapoque dizem que ficam até 5 dias sem sinal de celular
O radialista José Augusto Sampaio, de 43 anos, mora há mais de cinco anos em Oiapoque. Ele diz que os moradores sentem-se “ilhados” dos demais municípios por não terem acesso a um local onde possam realizar as reivindicações.
“Muitas ligações chamam uma vez e depois são cortadas, mas na maioria das vezes nem chegam a chamar. Aí nós vamos atrás de nossos direitos, mas ninguém sabe como fazer isso porque sem sinal não temos nem como ligar para reclamar para a operadora”, reclamou o radialista.
O universitário Fabricio dos Santos, de 24 anos, mora em Macapá mas viaja semanalmente ao município de Oiapoque para visitar a família. Ele conta que sem as viagens “seria impossível manter contato com os parentes”.
“As vezes tento ligar mais de 15 vezes por dia, mas nenhuma ligação é completada. Se não fosse pela internet, que também é ruim, e pelas minhas viagens, eu não iria conseguir falar com ninguém de lá”, afirmou Santos.
A Oi, principal empresa de telefonia atuante em Oiapoque, informou que na última semana os serviços de telefonia móvel de alguns clientes foi comprometido por causa de uma falha em equipamentos de transmissão. A empresa acrescentou, que o serviço foi normalizado ainda na mesma semana.
Em dezembro de 2013, o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon/AP) promoveu uma reunião com as quatro principais operadoras de telefonia atuantes no estado. A iniciativa se deu pelo crescimento das reclamações de usuários sobre a má qualidade no serviço das empresas.
No encontro, as operadoras se comprometeram a melhorar os serviços e a cobertura oferecida no estado, a partir de janeiro de 2014.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Festas em trapiche no rio Amazonas são irregulares, diz secretaria
Com isso, a secretaria ingressou com ação na justiça determinando o fim
das festas no ponto alegando a posse ilegal desde o fim da cessão, há 1
ano e meio. Porém, a Setur deveria realizar um processo licitatório
para uma nova empresa realizar a atividade gastronômica no local, mas
por irregularidades nos editais, ainda não houve o processo, segundo
explicou Luciana Esteves, presidente da Comissão de Licitação da Setur.
Em função do atraso na licitação, a Setur manteve, mesmo de forma
irregular a empresa no ponto, de concessão do empresário Rômulo Pereira,
sob a justificativa de que o funcionamento do restaurante do trapiche é
essencial para o corredor turístico local, e ingressou com a ação após o
início da realização dos shows, com apresentação de bandas e DJ's.
"Nessas festas são rotineiras as denúncias de assaltos e tentativas de
estupro, por muitas vezes a polícia é acionada. Isso ocorre em um ponto
de grande visitação em Macapá, e tem afastado quem vem para visitar a
orla da cidade", justificou Pablo Amilcar, assessor jurídico da
Setur.
Rômulo Pereira acredita que ocorre um preconceito com o reggae, e que
as festas são realizadas por uma associação de amantes do gênero e não
pelo restaurante, mas que cedeu o espaço para os artistas, que segundo
ele reúnem cerca de 4 mil pessoas por evento.
"A filosofia reggae é discriminada, ocorre uma discriminação de que
todo regueiro é maconheiro. Em várias reuniões com a Setur decidimos
parar com os shows no local, expliquei para os movimentos que o trapiche
não é um local de festa, porém os grupos não ficaram satisfeitos",
ressaltou.
O empresário ainda diz que não vai sair do local por conta própria,
apenas com decisão judicial e permanecerá no trapiche até o resultado da
licitação, que segundo ele, concorrerá novamente.
John Lennon morre após troca de tiros com o Bope em Macapá
Um foragido do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá
(Iapen), conhecido pelo nome de John Lennon, foi morto no início da
tarde desta segunda-feira (20) por uma equipe do Batalhão de Operações
Especiais (Bope). Ele estava em uma casa no bairro Brasil Novo, na Zona Norte de Macapá, e teria reagido à prisão. Houve troca de tiros no local.
Na casa estavam mais quatro pessoas, entre elas um menor de 16 anos e
uma mulher, que seria a dona da residência onde o grupo encontrava-se.
Eles também foram presos e encaminhados ao Centro Integrado de Operações
em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval, Zona Norte de Macapá.
John Lennon chegou a ser levado para o Hospital de Emergências (HE) da
capital, mas morreu antes de receber atendimento médico. De acordo com a
equipe do Bope, o foragido havia sido condenado em 2011 por roubo.
Na casa onde eles estavam, o Bope encontrou dois revólveres, joias, uma
quantia em dinheiro, um colete à prova de balas e uma farda da Polícia
Militar, que teria sido furtada, segundo suspeitam os militares.
Câmera flagra criança durante assalto a mercantil em Macapá; veja vídeo
O vídeo mostra que a criança entra no estabelecimento acompanhado pelo jovem que anuncia o assalto apontando um revólver calibre 38 para a proprietária do local, Nivaldene Damas, de 38 anos. Ela disse que a dupla é conhecida pelos moradores por realizar pequenos furtos na região. O crime aconteceu por volta de 13h.
“Eles já agem há muito tempo pelo que sabemos. Foi tudo muito rápido.
Eles entraram e o ‘cara’ que estava com a arma disse ‘passa tudo agora’ e
o menino pegou o dinheiro”, contou a comerciante, acrescentando que a
dupla levou a quantia de R$ 500 do caixa, além de duas carteiras de
cigarro e créditos para celular.
O jovem foi preso pela polícia minutos após o episódio. Ele foi
apresentado no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública
(Ciosp) do bairro Pacoval e posteriormente encaminhado à penitenciária. O
menor já foi identificado, mas permanece foragido. “A gente fica com
medo de que isso vire rotina”, declarou Nivaldene, que disse ter sofrido
um assalto semelhante em junho de 2013.
Aventureiro chega a Macapá após percorrer o Brasil em motocicleta
O metalúrgico aposentado Albertino Martins, mais conhecido como Beto
Criatura, de 58 anos, presidente do motoclube 'Criaturas do Além',
finalizou no Amapá a aventura que iniciou no dia 1º de janeiro pelas
estradas brasileiras em uma motocicleta personalizada. O motoqueiro
partiu do estado do Paraná
para percorrer cidades do Sul, Sudeste, Nordeste até chegar ao Norte,
em apenas 13 dias. Beto chegou a Santana, distante 17 quilômetros de Macapá, vindo de barco com a sua motocicleta. Ele disse ter escolhido o Amapá
para finalizar a trajetória nacional, por considerar o estado curioso. O
homem começa agora a planejar uma 'grande aventura pelo mundo'.
Sobre os gastos com a viagem, Beto Criatura relata que economizou
durante nove meses para juntar os recursos para a manutenção da moto e
custos com alimentação e estadia.
Fotos da esposa e lembranças de todos os lugares visitados são itens
indispensáveis na bagagem do roqueiro. "Gosto de levar camisas das
cidades onde eu vou, mas principalmente a esperança de ver um Brasil
melhor", acrescenta o homem, que afirma: "Amo cada pedaço do Brasil".
No Amapá, a moto já passou por Macapá e pelos municípios de Santana,
Porto Grande, Serra do Navio, Tartarugalzinho e Oiapoque. "Terminei a
viagem e agora vou retornar para a minha casa no Paraná, onde vou
planejar o dia em que irei cair na estrada novamente e conhecer outras
maravilhas desse mundo", concluiu. Beto partiu do Amapá no domingo (19),
via barco até Belém, no Pará, de onde seguirá pela estrada até a cidade
natal.
Moradores reclamam de acúmulo de lixo na Zona Leste de Macapá
O motorista Rafael Pantoja, de 29 anos, mora próximo ao local onde o
lixo fica amontoado. Ele diz que o acúmulo de entulhos domésticos já é
um problema que se estende há muito tempo. "O local já se transformou em
uma lixeira a céu aberto, na maioria das vezes utilizada por moradores
dos bairros vizinhos como Cidade Nova e Laguinho", citou.
O mototaxista Rodrigo Pereira, de 30 anos, conta que quando está em
casa o odor emanado pelo lixo é insuportável. "Somos obrigados a manter
as portas e janelas fechadas para amenizar o mau cheiro", disse.
“O cheiro fica muito forte e dura por dias. Não adianta a gente
reclamar com a pessoa, as vezes quando vamos questionar eles até nos
ameaçam, dizem que pagam seus impostos e têm o direito de jogar o lixo
onde eles bem entenderem para a prefeitura retirar”, reforçou Pereira,
indignado.
O secretário de Manutenção Urbanística de Macapá José Mont'alverne
afirmou que as áreas periféricas da capital, como é o caso da Av. Ana
Nery, são regiões que mais enfrentam dificuldades com a coleta de lixo,
pelo difícil acesso do caminhões. Ele afirmou, porém, que carretas estão
à disposição para fazer a coleta nesses locais.
Mont'alverne também ressaltou que em situações como esta, a mudança de
hábito dos munícipes é essêncial para manter a cidade limpa. "As pessoas
devem ter a consciência de não jogar lixo em via pública. É
recomendável que coloquem as sacolas com resíduos em frente de suas
casas somente quando o carro coletor passar na via", orientou.
Macapaense é conservador em temas polêmicos, aponta pesquisa
O coordenador da pesquisa, o professor universitário Antônio Teles,
disse que o estudo destacou a população de Macapá como conservadora por
causa do resultado em alguns itens propostos.
Em questões mais polêmicas, a exemplo do casamento homoafetivo e pena
de morte, o macapaense se mostrou dividido. Dos entrevistados, 51%
responderam ser contrários ao matrimonio entre homossexuais. Sobre a
pena de morte, as opções contra e a favor ficaram com 50%, cada.
No item que colocou a legalização do aborto em questão, 46% dos
macapaenses posicionaram-se contrários. A prática em determinados casos,
como acontece atualmente, foi aceita por 51% dos entrevistados. A favor
em qualquer situação somou 3%.
"Apesar de a população ficar dividida nos quesitos pena de morte e
casamento homoafetivo, o macapaense ainda é conservador em diversos
assuntos, o que é natural para um estado pequeno e recém-criado. No caso
da maioridade penal, por exemplo, a população é a favor da diminuição
por causa do envolvimento cada vez mais cedo dos jovens em crimes",
comentou Teles.
Economia
A pesquisa também avaliou a visão econômica do macapaense. Em uma economia em que mais de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) tem influência da administração pública, a pesquisa mostrou um pensamento diferente da população de Macapá sobre a dependência do governo.
A pesquisa também avaliou a visão econômica do macapaense. Em uma economia em que mais de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) tem influência da administração pública, a pesquisa mostrou um pensamento diferente da população de Macapá sobre a dependência do governo.
Na pesquisa, 89% dos entrevistados responderam que quanto menos
dependerem do governo, melhor será a própria vida econômica. O dado
representou a vontade da população de ser autônoma, reforçada com outro
item do estudo: a visão de mercado. 78% dos macapaenses disseram ser a
favor do governo incentivar a entrada de novas empresas na capital.
Sobre o combate à pobreza, 82% responderam que a melhor medida para a
erradicação seria a geração de emprego. Criação de programas sociais
ficou com 18%.
Pesquisa
As respostas foram colhidas entre os dias 7 e 14 de janeiro, realizadas em sete pontos de grande fluxo de pessoas em Macapá. Todos os 420 entrevistados tinham ao menos 18 anos.
As respostas foram colhidas entre os dias 7 e 14 de janeiro, realizadas em sete pontos de grande fluxo de pessoas em Macapá. Todos os 420 entrevistados tinham ao menos 18 anos.
O estudo foi baseado com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
(PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os
pesquisadores que trabalharam no estudo são da turma de 2011 do curso de
secretariado executivo da Unifap. O treinamento deles aconteceu em 3 e 6
de janeiro de 2014. O trabalho também contou com a participação de
demais professores do colegiado.
Segundo o coordenador do estudo, a necessidade de realizar uma pesquisa
dessa natureza surgiu com a falta de dados sobre o estado e a capital
amapaense. "O Amapá e a capital possuem poucos estudos sobre a opinião
da população. As pesquisas em âmbito nacional não têm amostras locais",
frisou Teles.
Maestro cria 1ª orquestra formada por descendentes de escravos do país
Fantástico: Pensa em Vivaldi, o que você sente quando ouve?
“São loucuras, muitas notas, muito rock, muito pesado”, diz a estudante Yandra Roberta Silva.
O que uma suíte para violoncelo despertaria em uma garota quilombola?
“Música desperta um sentimento de amor, de alegria, de emoção”, afirma a
estudante Larissa Ramos.
Para que serve um violino em uma palafita? “Fazer com que os alunos
alcem voos maiores. Aqui é apenas a plataforma. Daqui o céu é o limite”,
afirma o maestro Elias Tavares Sampaio.
Isso tudo acontece em Macapá, às margens do grande rio. O Amazonas é testemunha de um surpreendente projeto de massificação da música erudita. Com uma abrangência e uma rapidez que ninguém esperava, crianças pobres da capital do Amapá ganham a inusitada companhia de um Mozart, de um Bach, de um Tchaikovsky.
Lago dos Cisnes num jorro tropical. É apenas uma das muitas orquestras nascidas no local.
“A grande maioria começou comigo aos 9 anos de idade, há cinco anos. Sempre pensando que, no futuro, eles seriam os multiplicadores para que a gente pudesse criar um sistema de orquestras”, conta o maestro.
Cada um desses garotos integra o exército de músicos do subtenente Elias, do Corpo de Bombeiros do Amapá. “A quantidade de alunos vai crescendo. Então, os meus braços, os braços do sistema, têm que crescer também”, ele destaca.
Um sistema que se instalou onde sobra poeira e lama, onde falta oportunidade. “O Lago da Vaca é um dos bairros mais pobres da periferia. E aqui nós temos um polo do nosso sistema nessa igreja. Têm em torno de 70 crianças, todas de famílias pobres”, explica Elias.
Quem aprende vai ensinando ao outro. Yandra é fascinada por Bach. Mas, para ela, cada grande compositor tem uma personalidade musical. “Bethoven é mau. Um cara muito sombrio, muito cheio de coisas sombrias”, define.
O que acabou iluminando um caminho que ela não conhecia: “Eu não tinha concepção de vida, entendeu? Depois que eu conheci o projeto, eu vivi de novo. Foi a minha vida, a música é a minha vida”, ela diz.
Yandra é parte do milagre da multiplicação de instrumentistas. Mil e quinhentas crianças já aprenderam a tocar. Em alguns casos, com inesperada facilidade.
“As crianças nascem praticamente musicalizadas. Porque dentro do quilombo, eles têm os ritmos chamados batuque e marabaixo”, destaca o maestro.
No quilombo do Curiaú, perto de Macapá, Larissa aprendeu a dançar com o avô, no ritmo do marabaixo.
“É bom demais para eles aprenderem. Vai depender dela, da força de vontade. O pessoal vem aí, ensinando. Pode aprender, e muitos outros mais”, destaca o avô, João da Cruz.
A primeira orquestra quilombola do Brasil não podia deixar de ter uma caixa de marabaixo na percussão.
“Nós só fomos lá no quilombo e juntamos a orquestra com o veio artístico natural deles”, diz Elias.
O que a nova violoncelista achou? “Foi o máximo. No primeiro dia que a gente tocou uma música, ficou muito bom”, diz Larissa.
“Algum maestro pode até dizer:’ mas você está tocando Vivaldi com caixas de marabaixo?’ Por que não?”, questiona Elias.
E por que não entrar tocando tango nos alagados de Congós, na periferia de Macapá? Por que não Luiz Gonzaga com a regência coletiva da plateia? Por que não criar orquestras mesmo sem dinheiro, mesmo sem instrumento para todo mundo?
“Uma orquestra com o que tu tens. Tu tem que fazer música com aquilo que tu tem”, afirma o maestro.
Uma orquestra imaginária com instrumentos de isopor é a nova façanha do projeto. “Eles fazem a brincadeirinha do arco. Ponta, talão, meio, aquele negócio todo. Mas o objetivo mesmo é que o aluno tenha conhecimento do instrumento sem tê-lo”, explica Elias.
A aula é optativa. Mas a iniciação da escolinha pública está sempre lotada. Com os pais acompanhando da porta, muito mais que ensino musical. “Conceito de harmonia, obedecer a quem está à frente. É uma gama de informações”, destaca o maestro.
A professora Elisângela é a mãe de Abner e Ezequias, a quem dedica tudo o que lhe é possível. “Não posso dar riqueza, às vezes não é o de melhor, que eu sei que eles merecem. Mas o que eu tenho, que o meu pai me deu, eu tenho que passar para eles da melhor maneira possível”, afirma.
Ao ensinar o filho a tocar, Elisângela viu o talento aflorar na música preferida do violinista de 10 anos.
Quando Vivaldi ecoa nos barracos do bairro pobre, a aspiração do garoto vai muito além de Macapá. “Quero tocar na orquestra de Berlim”, diz Abner.
Isso tudo acontece em Macapá, às margens do grande rio. O Amazonas é testemunha de um surpreendente projeto de massificação da música erudita. Com uma abrangência e uma rapidez que ninguém esperava, crianças pobres da capital do Amapá ganham a inusitada companhia de um Mozart, de um Bach, de um Tchaikovsky.
Lago dos Cisnes num jorro tropical. É apenas uma das muitas orquestras nascidas no local.
“A grande maioria começou comigo aos 9 anos de idade, há cinco anos. Sempre pensando que, no futuro, eles seriam os multiplicadores para que a gente pudesse criar um sistema de orquestras”, conta o maestro.
Cada um desses garotos integra o exército de músicos do subtenente Elias, do Corpo de Bombeiros do Amapá. “A quantidade de alunos vai crescendo. Então, os meus braços, os braços do sistema, têm que crescer também”, ele destaca.
Um sistema que se instalou onde sobra poeira e lama, onde falta oportunidade. “O Lago da Vaca é um dos bairros mais pobres da periferia. E aqui nós temos um polo do nosso sistema nessa igreja. Têm em torno de 70 crianças, todas de famílias pobres”, explica Elias.
Quem aprende vai ensinando ao outro. Yandra é fascinada por Bach. Mas, para ela, cada grande compositor tem uma personalidade musical. “Bethoven é mau. Um cara muito sombrio, muito cheio de coisas sombrias”, define.
O que acabou iluminando um caminho que ela não conhecia: “Eu não tinha concepção de vida, entendeu? Depois que eu conheci o projeto, eu vivi de novo. Foi a minha vida, a música é a minha vida”, ela diz.
Yandra é parte do milagre da multiplicação de instrumentistas. Mil e quinhentas crianças já aprenderam a tocar. Em alguns casos, com inesperada facilidade.
“As crianças nascem praticamente musicalizadas. Porque dentro do quilombo, eles têm os ritmos chamados batuque e marabaixo”, destaca o maestro.
No quilombo do Curiaú, perto de Macapá, Larissa aprendeu a dançar com o avô, no ritmo do marabaixo.
“É bom demais para eles aprenderem. Vai depender dela, da força de vontade. O pessoal vem aí, ensinando. Pode aprender, e muitos outros mais”, destaca o avô, João da Cruz.
A primeira orquestra quilombola do Brasil não podia deixar de ter uma caixa de marabaixo na percussão.
“Nós só fomos lá no quilombo e juntamos a orquestra com o veio artístico natural deles”, diz Elias.
O que a nova violoncelista achou? “Foi o máximo. No primeiro dia que a gente tocou uma música, ficou muito bom”, diz Larissa.
“Algum maestro pode até dizer:’ mas você está tocando Vivaldi com caixas de marabaixo?’ Por que não?”, questiona Elias.
E por que não entrar tocando tango nos alagados de Congós, na periferia de Macapá? Por que não Luiz Gonzaga com a regência coletiva da plateia? Por que não criar orquestras mesmo sem dinheiro, mesmo sem instrumento para todo mundo?
“Uma orquestra com o que tu tens. Tu tem que fazer música com aquilo que tu tem”, afirma o maestro.
Uma orquestra imaginária com instrumentos de isopor é a nova façanha do projeto. “Eles fazem a brincadeirinha do arco. Ponta, talão, meio, aquele negócio todo. Mas o objetivo mesmo é que o aluno tenha conhecimento do instrumento sem tê-lo”, explica Elias.
A aula é optativa. Mas a iniciação da escolinha pública está sempre lotada. Com os pais acompanhando da porta, muito mais que ensino musical. “Conceito de harmonia, obedecer a quem está à frente. É uma gama de informações”, destaca o maestro.
A professora Elisângela é a mãe de Abner e Ezequias, a quem dedica tudo o que lhe é possível. “Não posso dar riqueza, às vezes não é o de melhor, que eu sei que eles merecem. Mas o que eu tenho, que o meu pai me deu, eu tenho que passar para eles da melhor maneira possível”, afirma.
Ao ensinar o filho a tocar, Elisângela viu o talento aflorar na música preferida do violinista de 10 anos.
Quando Vivaldi ecoa nos barracos do bairro pobre, a aspiração do garoto vai muito além de Macapá. “Quero tocar na orquestra de Berlim”, diz Abner.
“Um dia eu ei de ver meu filho brilhar. Muito, muito. Eu ouço as
músicas e fico imaginando ele tocando, as pessoas vendo, aplaudindo, e
eu falando: ‘esse é meu filho’”, diz Elisângela.
O maestro Elias também se alimenta da esperança dos alunos e dos pais. Mas se um dia a orquestra de Berlim aparecer na vida de alguém, será apenas a consequência de uma conquista muito maior.
“Existe a oportunidade. Para você ser qualquer profissão, você tem de ser cidadão primeiro. Tem de ser responsável, tem que estar no horário, tem que obedecer às regras, então é isso que a gente pensa, usando a ferramenta música”, diz Elias.
Como não se vive sem sonhos, o do maestro, embora possível, tinha mesmo de ser imenso como um grande rio.
“O meu sonho é que em cada escola pública do estado do Amapá tenha uma orquestra”, conta, emocionado, o maestro.
O maestro Elias também se alimenta da esperança dos alunos e dos pais. Mas se um dia a orquestra de Berlim aparecer na vida de alguém, será apenas a consequência de uma conquista muito maior.
“Existe a oportunidade. Para você ser qualquer profissão, você tem de ser cidadão primeiro. Tem de ser responsável, tem que estar no horário, tem que obedecer às regras, então é isso que a gente pensa, usando a ferramenta música”, diz Elias.
Como não se vive sem sonhos, o do maestro, embora possível, tinha mesmo de ser imenso como um grande rio.
“O meu sonho é que em cada escola pública do estado do Amapá tenha uma orquestra”, conta, emocionado, o maestro.
domingo, 19 de janeiro de 2014
No AP, criança vítima de bala perdida aguarda por cirurgia há 16 horas
Corrêa disse que mesmo com os médicos tendo descartando o risco de
morte da criança, o estado de saúde dela está piorando. O menino chegou
ainda consciente no hospital.
"Eu vim conversando com o meu filho no caminho do hospital para tentar
mantê-lo acordado. Mas a bala está alojada na nuca e ele está deixando
de falar. Eu já avisei sobre isso e sempre falam que o médico está
chegando para fazer o exame, mas nunca chega", relatou o pai.
"Fizeram o raio-x para verificar o projétil da bala. O médico chegou a
dizer que o estado da criança não era grave, tanto que ela deu entrada
ainda consciente e andando", disse o sargento do 4º Batalhão de Polícia
Militar Herinaldo Nascimento, referindo-se ao estado em que a criança
deu entrada no hospital.
Caso
A bala perdida, segundo a Polícia Militar, foi disparada por um jovem de 19 anos, que errou o alvo ao tentar atingir dois rivais a uma quadra de distância da criança.
A bala perdida, segundo a Polícia Militar, foi disparada por um jovem de 19 anos, que errou o alvo ao tentar atingir dois rivais a uma quadra de distância da criança.
"O homem que atirou já tem passagem pela polícia e ao atirar em um
desafeto dele, errou o tiro, atingindo o garoto, que não tinha nada a
ver com a situação", confirmou o sargento Nascimento.
O suspeito de ter efetuado o disparo fugiu do local, mas com a ajuda de
testemunhas, a Polícia Militar ainda conseguiu capturá-lo próximo ao
local do crime. Ele foi preso e apresentado na Central de Flagrantes da
1ª Delegacia de Polícia Civil de Santana.
A Banda, tradicional bloco de carnaval, terá novo trajeto em 2014
O presidente do bloco José Figueiredo de Sousa, mais conhecido como
Savino, diz que o pedido veio após denúncias de que a multidão
prejudicava a passagem de ambulâncias na Av. FAB, onde estão localizados
alguns hospitais da capital. Além do fato de que os foliões utilizavam
os portões dos hospitais como banheiros, segundo o Ministério Público.
“A mudança é básica, quando estivermos na FAB, ao invés de seguirmos em
frente entraremos na Rua Leopoldo Machado para aí então pegar a
Ernestino Borges rumo ao Centro de Macapá”, informou Savino.
O novo trajeto de aproximadamente cinco quilômetros será o seguinte:
Av. Presidente Vargas, Rua Cândido Mendes, Av. Feliciano Coelho, Rua
Leopoldo Machado, Av. Ernestino Borges, Rua São José até a praça Barão
do Rio Branco.
A Banda
O bloco de rua surgiu em 1965 e é tradição nas terças-feiras de carnaval em Macapá. Considerado patrimônio cultural do município, a festa começou com a reunião de alguns brincantes como forma de ato político e depois de movimento contra o sistema de governo da década de 60 em frente à sede do Amapá Clube, no Centro da capital. Atualmente, o bloco conta com a estrutura de trios elétricos e bonecos gigantes que homenageiam personalidades locais. A concentração inicia a tarde e a festa segue até a noite com apresentação de bandas de música na praça Barão do Rio Branco.
O bloco de rua surgiu em 1965 e é tradição nas terças-feiras de carnaval em Macapá. Considerado patrimônio cultural do município, a festa começou com a reunião de alguns brincantes como forma de ato político e depois de movimento contra o sistema de governo da década de 60 em frente à sede do Amapá Clube, no Centro da capital. Atualmente, o bloco conta com a estrutura de trios elétricos e bonecos gigantes que homenageiam personalidades locais. A concentração inicia a tarde e a festa segue até a noite com apresentação de bandas de música na praça Barão do Rio Branco.
Para o fim das férias, jovens católicos organizam acampamento no Amapá
Segundo a organização, a programação é uma opção para os jovens no
final das férias ecolares em Macapá. O acampamento vai acontecer no
Buriti Ecopark, antigo Frotas e Frotas, próximo ao município de Porto
Grande, distante 102 quilômetros de Macapá. As inscrições devem ser
feitas via online, no endereço https://docs.google.com/forms/d/12yvhKW2C3tYefVhllH6mny7gatqmLwx5RRORP6WTmk0/viewform.
Acampamento Jovens Shalom
Período: 28 de janeiro a 1º de fevereiro
Local: Buriti Ecopark, próximo ao município de Porto Grande
Informações: (96) 8114-4454 / 3223-9629
Período: 28 de janeiro a 1º de fevereiro
Local: Buriti Ecopark, próximo ao município de Porto Grande
Informações: (96) 8114-4454 / 3223-9629
Em menos de 20 dias, 95 motos foram apreendidas em Macapá
“Estamos agindo rotineiramente para inibir as ações, principalmente, de mototaxistas clandestinos. A ideia não é só apreender os veículos, mas também autuar os condutores que oferecem risco para a população”, destacou Costa.
As fiscalizações ocorrem na Zona Norte, Zona Sul e Centro da capital. A
CTMac estima que até o dia 31 de janeiro mais de 200 motos sejam
apreendidas. “A nossa ideia é intensificar ainda mais os trabalhos”,
reforçou o chefe de fiscalizações da companhia, acrescentando que as
motos foram encaminhadas ao pátio da companhia.
Concessões
Mais de 720 novas concessões públicas serão ofertadas para o serviço de mototáxi em Macapá. O edital de abertura das novas placas foi lançado no dia 9 de dezembro, segundo anunciou a CTMac. Interessados poderão se inscrever na última semana de janeiro de 2014.
A diretora-presidente da companhia Cristina Baddini explicou que a nova chamada é para completar as vagas que não foram supridas no último processo. Segundo ela, ao final da convocação a capital será atendida por 1,5 mototaxistas.
Concessões
Mais de 720 novas concessões públicas serão ofertadas para o serviço de mototáxi em Macapá. O edital de abertura das novas placas foi lançado no dia 9 de dezembro, segundo anunciou a CTMac. Interessados poderão se inscrever na última semana de janeiro de 2014.
A diretora-presidente da companhia Cristina Baddini explicou que a nova chamada é para completar as vagas que não foram supridas no último processo. Segundo ela, ao final da convocação a capital será atendida por 1,5 mototaxistas.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Parte do forro de shopping em Macapá cede e assusta visitantes
A assessoria de comunicação do shopping informou por telefone que os trabalhos para conter infiltrações estão sendo realizados rotineiramente durante o período de chuvas. Também foi informado que o acidente não tem relação alguma com problemas na estrutura do prédio e que a população pode ficar tranquilizada.
Pastor prega há 10 anos em esquina para 'tirar o diabo' das pessoas
Arnaldo conta que virou evangélico há 20 anos incentivado pela esposa e revelou que vivia um momento ruim, em que um dos 5 filhos
estava usando cocaína, além de perder a empresa que tinha na época, em
Macapá. O missionário é natural de Belém (PA), mas escolheu a capital
amapaense para viver.
Na esquina, o pastor por muitas vezes é despercebido, mas algumas
pessoas que passam pelo local pedem orações para graças atendidas. Assim
fez o aposentado Luiz Romano, de 70 anos, que afirmou ter sofrido dois
infartos nos últimos três meses. "É sofrido, no último infarto passei 20
dias internado no Hospital de Emergências, é nessas horas que a fé é
maior que a razão", acredita o idoso.
Para o pastor Arnaldo, que diz ter todas as licenças para atuar na
esquina, a única forma dele sair do local será por intervenção divina.
"Só saio daqui se a voz que me pediu para ficar, me peça para sair. Não é
um pastor evangélico aqui, mas sim uma pessoa preocupada com a situação
em que o mundo vive", conclui.
Motoqueiro é baleado no rosto e morre na BR-210, em Macapá
Foi morto na noite de sexta-feira (17), por volta de 22h, o
motociclista Ronaldo Moura, de 25 anos. Ele foi baleado no rosto
enquanto trafegava na BR-210, no bairro Amazonas, na Zona Norte de Macapá. A vítima morreu no local, informou o Centro Integrado de Operações em Defesa Social (Ciodes).
A polícia não encontrou nenhum suspeito, mas a partir de testemunhas,
irá investigar um homem que teria uma rixa com a vítima, que foi
encontrada com 6 cartuchos para revólver calibre 38, além de duas
porções de entorpecentes.
A motocicleta que o suspeito guiava foi recolhida, e o corpo foi removido pela Polícia Técnico-Científica (Politec).
Humorista Matheus Ceará fará show em duas apresentações em Macapá
Zona Norte é região com maior risco de infestação de dengue em Macapá
O estudo servirá para definir os locais onde os agentes de saúde intensificarão os trabalhos durante o ano, conforme explicou o diretor de Vigilância Ambiental da Semsa Cairo Trindade.
Em geral, Macapá apresentou baixo risco para a dengue, segundo Trindade. Os bairros da Zona Norte representam as regiões classificadas com médio risco de infestação. Em toda a capital, 627 casos da doença foram registrados em 2013, um número baixo se comparado há anos anteriores, conforme o diretor.
“Já diminuímos bastante os focos. Tudo faz parte de campanhas preventivas. Nossos trabalhos serão voltados agora, principalmente, para as áreas de ressaca que ainda são os locais onde há um maior número de pessoas diagnosticadas com a doença”, acrescentou.
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